Concurseiro – Licença para Passar

Tenho que confessar: esse post teve 2 inspirações

1- um texto de Max Gehringer, que vi num post do Cristão Confuso;

2- um sonho, onde me via tendo idéias ótimas sobre escrever textos concurseiros baseados em filmes de James Bond, o 007.

filme antigo de 007, que gerou reações díspares ao ator protagonista

No sonho, eu me via tendo aquelas idéias fenomenais, e eram 3 posts, e sabia que iria esquecer quando acordasse, então escrevi em algum lugar, no sonho, as idéias, para posterior aproveitamento. Todavia, ao acordar, não achei o papel que usei para escrevê-las, no sonho. Deveria ter me mandado um email ou deixado um scrap no orkut…

Realmente, ando com a cabeça nas nuvens!  =o)

Assim, sobrou apenas essa, que, devo confessar de novo, é muito inferior à original do sonho, mas não lembro dos detalhes, infelizmente, e já me convenci que não vou achar o papel nem sonhando.

Mas, vamos ao que interessa: o que significa Licença para passar? Todos devem conhecer o filme License to kill, com Timothy Dalton. Nele, o agente 007 se mete em mais uma enrascada para vingar um amigo vítima de um poderoso traficante, então… é melhor você ver o filme, ou não!  =o)

Sobre o texto citado acima, o conhecido e aclamado escritor Max Gehringer faz alusões a coisas meio absurdas no mundo empresarial, tais como exigir uma qualificação altíssima para funções medianas, frustrando, em seguida, os eleitos. O texto é muito bom, e vale a pena a leitura. Mas, é no final dele que tiro a lição de ouro para quem estuda para concursos:

Muitos querem fama, querem poder dizer que estudam nesse ou naquele cursinho, que compraram os livros de fulano e beltrano, que o professor deles é sicrano, etc. Mas, e no fim disso tudo? Não passam, e ficam alimentando esse círculo vicioso e deprimente onde a aparência tomou o lugar da essência, e os fins cederam espaço aos meios. Pra quê? Pra nada… nada de importante.

Fazendo o link entre o filme e o texto: no filme, 007 renuncia a suas credenciais porque elas já não o ajudavam a realizar seu trabalho (sem entrar no mérito desse trabalho), e abre mão de todo o seu prestígio para atingir, literalmente, seu alvo. No texto, Max (perdoe a intimidade, Max, ok?) demonstra que, no fim, o que importa não é o candidato que impressiona, mas o que soluciona.

E o que isso tem a ver com concursos? Tudo! Bem, quase tudo. Do filme, fica a lição de que fama e prestígio conquistados em concursos anteriores não garantem aprovação em novos concursos (eu já passei por isso), e o importante é manter o foco e não perder de vista seu alvo (desc. o trocadilho, mas foi inevitável =o). Do texto, extrai-se que o que vale mesmo não é o resultado do simulado ou a matrícula do cursinho chique, mas se a mão treme ou não na hora de marcar o gabarito.

Por isso, caro colega e concurseiro “sem pedigree”, não se afobe se você não estuda nesse ou naquele cursinho, mas se arvore na convicção que está fazendo o seu máximo e, no fim, é isso o que importa: ver seu nome na lista dos eleitos, destacando-se naquela tinta preta e papel crespo do DOU. O resto, é resto.

Se alguém quiser te convencer do contrário, tentando atrasar seu passo em direção a uma das vagas tão sonhadas, dê uma olhadinha de lado e peça Licença para Passar!

destacando-se da multidão

ps. a segunda turma do coaching está em andamento, e o questionário de satisfação da primeira turma está aqui.

crespo

 

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