meu Deus é um Deus de novidade de vida

Continuação do Testemunho – Mudança de vida parte 4

Quando cheguei em casa já era por volta de 1 da manhã, a minha casa já tinha sido limpa e arrumada. A porta da casa estava cheia de gente, inclusive R. Entrei e me deitei na minha cama, varada de dor, a Irmã Olga e mais outras pessoas, me deram carinho e apoio.

Pouco depois meu irmão chegou vindo de Salvador, entrou no meu quarto feito um doido, e disse: Você matou minha mãe. esqueça que você tem família de agora em diante, você esta proibida de se aproximar. Chorei tudo que eu podia. Só que eu não sabia, mais as pessoas estavam achando que eu tinha batido e empurrado ela. Começou ai minha aflição.

Me vi só. Meu marido pediu a uma vizinha, Maria, que cuidasse de mim e da minha casa. Ele viria cuidar dos cachorros toda manhã. Tínhamos 3: Bambino, Faruk e Benji. Eram meus xodós.

Dois dias depois R chegou la em casa e disse: Sua mãe está em Salvador, já está internada, mas os médicos dizem que ela corre o risco de ficar aleijada ou morrer na cirurgia. Desabei e fiquei quieta. Norma, uma enfermeira e amiga que era muito querida, vinha fazer os curativos e me dar os remédios. Mas, as acusações eram muitas, eu não estava suportando.

Foi ai, que, pela madrugada, vencendo a dor da queimaduras, eu desci nos joelhos e gritei pra Deus! Deus, o Senhor me ouve, se me ouve escuta, pois só o Senhor estava aqui naquele dia, e sabe do que aconteceu. Se em ti eu tiver culpa pelo acontecido com minha mãe, deixa que eu consuma os meu dias, e a veja paralitica em uma cama. Se O Senhor sabe que eu não tenho culpa, amanhã, opera minha mãe, cura ela e faz com ela volte aqui, sozinha, andando normalmente, curada.

E aqui está meu corpo, queimado, dilacerado de dor. Estou só, pois tu sabes que todos me tem como louca e não se aproximam de mim. Pois Bem, meu Senhor, eu vou jogar fora todos os remédios, não faço mais curativo. Agora se realmente tu és Deus em minha vida, me cura destas feridas e não deixa as marcas de demônio em meu corpo. E fui dormir.

No outro dia, quando a enfermeira chegou para fazer os curativos, eu rejeitei e não deixei que me tocasse. Nem tomei mais os remédios. Meu Deus, as feridas começaram a piorar, febre alta, enfim, queriam me levar de volta a clínica. Mas eu cheguei no porta ao da minha casa e falei alto pra todos os meu vizinhos tudo que eu tinha orado ao Senhor naquela noite. Entrei e pouco depois vei a noticia dada por Maria, a moça que cuidava de mim durante o dia.

“Nai, tua mãe operou e passa bem”.

E acreditem meus amigos, dois dias depois depois minha mãe teve alta e o médico que a operou no Santa Isabel em Salvador, não sabia explicar como ela não ficaria paralitica. As minhas feridas em 19 dias estavam todas saradas, não fiquei com marcas de queimadura, a não ser umas pequenas manchinhas esbranquiçadas na mão direita, no ombro e pescoço.

Continue acompanhando o incrível testemunho da Naiza, aqui no Desfiando Limites.

 

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