Ontem sonhei que conversava com um anjo…

conversa-com-anjo

Foi um sonho muito interessante, pena que não lembro mais de todos os detalhes, principalmente aqueles que mais me chamaram a atenção enquanto estava sonhando.

Era como se eu estivesse passeando por um prédio que havia surgido praticamente do nada, de uma hora para outra. A beleza do edifício estava no planejamento, que ficava evidente a cada compartimento ou aposento que eu visitava.

Mas, o que chamava mesmo a atenção era a beleza das cores. Nunca, em toda a minha vida, nem de perto e nem de longe, eu cheguei a ver cores tão vivas, belas e tão bem coordenadas como aquelas.

Houve um momento em que eu não consegui acreditar no que eu estava vendo, e me agachei para ver mais de perto um mobiliário, e os detalhes invadiram minhas pupilas com tal intensidade que me vi dizendo a mim mesmo: “eu não estou sonhando, eu estou aqui de verdade!”, e comecei a chorar.

Eu pensei aquilo porque não era possível eu conseguir distinguir aqueles detalhes em sonho, sem nunca ter visto nada parecido antes. Eu tinha medo de tocar algo, de tão belo que era. Sério! Era uma beleza que causava temor e reverência, tanto pela qualidade estética como pelo completo ineditismo.

flores-holanda

E aquelas cores… Ah, que cores! Os jardins coloridos das praças holandesas eram pálidos perante a beleza de uma simples cadeira daquele edifício sem nome. Eu vi um forro de teto tão lindo que fique abobalhado de admiração. Era da cor de ébano e brilhava como cristal. Nunca vi nada igual, e nem sei se existe algo parecido. O mais belo shopping que já visitei parecia um banheiro sujo de botequim de terceira, e não estou exagerando.

Ah sim: a conversa com o anjo! Foi assim:

Nos caminhávamos lado a lado, como se ele fosse meu guia naquele edifício tão magnífico. Eu sabia que era um ano, apesar de ele não ostentar asas e estar vestido como um homem comum. Era apenas um pouco mais alto do que eu, com cabelo bem cortado e muito educado.

Então, durante nossa caminhada, eu me lembro de ter feito 3 perguntas.

A primeira: era uma questão de grande importância, mas não me lembro se era de cunho teológico ou se tinha a ver com a volta de Jesus (desconfio que era esta última). Então o anjo me respondeu que ou eu não tinha capacidade ou discernimento suficiente para entender a resposta ou que ele não tinha autorização para me responder ou tudo isso junto (risos). Essa parte foi bem chata… #puxão de orelha bem dado

A segunda: eu pensei “então vou perguntar algo mais simples”, e perguntei sobre predestinação e livre-arbítrio (ou calvinismo e arminianismo), e já pensei em escrever um post sobre isso. Nossa, ia bombar (risos). Só esqueci de combinar com o anjo, porque ele me respondeu que não se envolvia com essas questões menores e que diziam respeito apenas aos homens. Caramba, eu não dava uma dentro! =-(

A terceira: como ele não estava me respondendo nada, achei que ele nem poderia me dizer como se chamava (tal como foi com o pai de Sansão, no livro de Juízes). Mas, eu estava ficando sem opções, então perguntei “qual é o seu nome?”, e ele me respondeu: meu nome é Gabriel. Não sei se era o mesmo Gabriel que falou com Daniel ou com Zacarias e Maria… Talvez exista mais de um anjo chamado Gabriel, não sei. Bem que eu poderia ter perguntado isso, não é mesmo?

A sensação que ficou é que as coisas de Deus são tão mais lindas do que imaginamos que são quase intangíveis e inatingíveis ao nosso pensamento mais otimista. Se tem uma coisa que eu tenho certeza que aprendi e que ficou é que eu quero voltar naquele lugar. E espero que não demore.

Fazendo jus à minha raiz sertaneja: “mas pense num lugar bonito!”

Ah que saudade do Céu…

Fiquei tão impressionado que resolvi postar do tablet, porque não podia guardar essa experiência só pra mim.

Caro leitor, você também já teve alguma experiência do Céu? Conta pra gente.

;-)

Postado do WordPress for Android.

 

Que tal receber um aviso quando sair algo novo e interessante no blog?

Cadastre seu email e receba artigos que vão abençoar seu dia!