two pathsPecado: risco à saúde e exposição à pobreza

Eu nunca havia pensado por esse aspecto, mas as ordenanças divinas não são ordens advindas de um carrasco que está sempre querendo tolher nossa alegria e satisfação, colocando impedimentos e proibições a tudo que parece agradável, gostoso e aprazível.

Por exemplo: não adulterarás (ou não cobiçarás a mulher de teu próximo), cfe. Ex 20.14.

Há muitas pessoas que colocam esse verso proibitivo como se Deus estivesse nos privando das coisas boas desta vida. Perceba: Ele não está proibindo o homem de ter UMA mulher, mas de ter a mulher de outro e desrespeitar a sua, tornando-se infiel.

Agora, veja esta notícia, oriunda de uma pesquisa de um país árabe, onde ter mais de uma mulher é normal:

Ter mais de uma mulher aumenta chances de ataque cardíaco

Pesquisa árabe diz que ter mais de uma esposa aumenta em 5% o risco de doença arterial coronariana
Ter mais de uma mulher faz mal ao coração e aumenta as chances de ter doenças cardíacas, concluiu uma pesquisa do King Faisal Specialist Hospital and Research Centre em Jidá, na Arábia Saudita. Se estudos anteriores mostraram que pessoas casadas têm níveis mais baixos de estresse, são fisicamente mais ativas e levam uma dieta mais equilibrada, agora este novo levantamento aponta que homens adeptos da poligamia têm 4,6% mais chances de apresentarem doença arterial coronariana (DAC), 3,5% de sofrerem com problema que estreita a artéria principal esquerda e 2,6% correm risco de serem diagnosticados com doença microvascular coronariana. Todas estas condições podem levar a um ataque cardíaco, explica o site inglês Daily Mail. (Fonte: Saúde Terra, acesso em 02/05/2015.)

Portanto, pode-se entender o mandamento como um cuidado e proteção divina para com aqueles que Ele ama. E, se esses seus amados o obedecerem, terão uma vida melhor, mais saudável, com menos riscos desnecessários a sua saúde.

Agora, veja como o desrespeito e desobediência pode trazer outros males e prejuízos à saúde, não apenas física como também financeira. Um adultério pode trazer vários prejuízos, sequelas emocionais e feridas interiores marcantes. Todavia, há mais coisas nesse pacote de maldades: prejuízo financeiro, e não estou me referindo apenas à partilha dos bens no processo de separação.

Estou me referindo a isto daqui:

Poverty, Child Rearing, and Government Incentives

The article is adapted from Adam Vass Gal’s new book Generational Poverty: An Economic Look at the Culture of the Poor (2015) from Vernon Press. […]

The Challenge of Single Parenthood

The first glaring issue facing impoverished communities is the challenge of raising a child as a single parent. Raising a child with a significant other is difficult, but going it alone is one of the most financially crippling situations one can find himself (or, more typically, herself ) trying to navigate. (Fonte: Mises.org, acesso em 02/05/2015)

Em tradução livre:

“Pobreza, criação de filhos e incentivos governamentais

O desafio de ser pai (ou mãe) solteiro

O primeiro problema gritante que comunidades empobrecidas enfrentam é o desafio de criar uma criança como pai solteiro. Criar uma criança com um parceiro já é difícil, mas fazer isso sozinho é uma das situações mais financeiramente debilitantes que alguém pode descobrir por si mesmo (ou, mais comumente, por si mesma) ao tentar equacioná-la.”

O restante do artigo discorre sobre vários outros fatores, e vale a leitura, mas esse dado me chamou a atenção, justamente porque criar filhos sempre foi difícil, e hoje a situação continua delicada. Divórcios geram vários problemas, e geralmente são os filhos os mais prejudicados e impactados por ele.

Mas, há também o caso de mães adolescentes solteiras, e esse é um perturbador caso de saúde pública, isso sem levar em conta outros problemas advindos da permissividade sexual desenfreada, tais como doenças venéreas e afins.

Quando olhado por esse prisma, a epidemia de mães adolescentes solteiras está causando um empobrecimento futuro à nação que vai trazer sérios problemas mais à frente, com graves efeitos debilitantes na economia como um todo!

E quando me lembro que a sra. Maria da Graça Meneghel, vulgarmente conhecida como Xuxa, quando da época da gravidez de sua filha Sasha, disse em alto e bom som ao Brasil inteiro que estava fazendo uma “produção independente” ou seja, iria criar a criança sozinha. Isso em 1999.

Meu Deus, e quando o então ministro da saúde, José Serra, fez uma crítica ao mau exemplo que ela estava dando, a mídia caiu de porrete em cima dele, como se ela, mesmo sendo uma figura pública, cujas atitudes tinham influência direta sobre dezenas de adolescentes, pudesse fazer o que bem entendesse da sua vida sem se importar com as consequências disso.

Se alguém que pudesse e tivesse acesso a sra. Xuxa Meneghel pudesse levar minhas palavras, eu lhe diria que ela é uma das responsáveis por tantas mães adolescentes solteiras, que viam nela um exemplo a ser seguido. E não somente isso, que ela ajudou a destruir muitos sonhos adolescentes, fez perpetuar a pobreza em famílias inteiras e, por conseguinte, com reflexos na nação inteira.

Mas, o que esperar de alguém que fazia programa infantil dessa forma?

xou indecenteE assim:

xuxa capa de cd

Perceba que o seio dela está quase que totalmente e praticamente exposto na capa de um LP destinado ao público infantil!

Amados, o Brasil precisa de uma profunda reforma moral, intelectual e cultural. Jamais chegaremos ao Primeiro Mundo com essa mentalidade de fundo de quintal. Enquanto aceitarmos passivamente uma cultura de pecado, a pobreza sempre será a consequência seguinte, não adianta nos iludirmos e pensarmos que vamos semear abacaxi e colher azeitona.

Em suma: pecado conduz à pobreza. Muito pecado, muita pobreza. Isso não é só história de religiosos fanáticos fundamentalistas retrógrados malvados chatos. É pesquisa, é ciência. É fato.

Deus nos ajude.

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