Arquivo da categoria: Temas Polêmicos

PL 122 e a Indolência Evangélica

isso ainda vai dar uma zebra

O Brasil está vivendo uma verdadeira onda pró-homossexualismo na mídia, e a igreja encontra-se às portas de ter seu direito de proclamar o evangelho genuíno tolhido e castrado, mas agora me vem a pergunta JFK que não quer calar:

Se a igreja mesmo estava abrindo mão de pregar o verdadeiro evangelho, por que agora iria sentir falta disso?

Pois é, apesar de os grandes líderes, que têm influência televisiva (exceto o pr. Silas Malafaia), omitirem-se acerca disso, existem muitos servos fiéis a Deus que serão atingidos pelo PL 122/06 caso ele passe do jeito que está: uma verdadeira mordaça na liberdade de expressão de condenar o pecado. Claro que essa condenação não deve ser feita de modo que os pecadores se sintam rejeitados, afinal Jesus morreu pelos pecadores, e se enxotarmos os pecadores, nós, os justos, estaremos cometendo o maior dos pecados, que é tornar a morte de Cristo vã.

Nomes de influência e liderança (na televisão, não para mim) como Edir Macedo, não têm a mínima vergonha em defender o aborto em rede nacional, e ainda se calam quando é para expor um pecado claro e condenado na Bíblia, que é o homossexualismo. Isso deve nos servir de alerta para o tipo de líder que é Macedo, mas não é de se admirar, afinal, chegado a uns cifrões como só ele, quem defende a teologia da prosperidade, uma abominação a Deus, por que bateria de frente com um grupo tão forte, coeso e organizado como o é o que promove a agenda gay?

A igreja precisa voltar, com urgência, à Palavra. Foi justamente por desprezar a Palavra de Deus e se deixar levar pela teologia da prosperidade que adormeceu em berço esplêndido e se tornou presa fácil dessas artimanhas diabólicas.

Estão querendo tirar da igreja aquilo que ela deixou de usar: a pregação da Palavra verdadeira! Jesus estava mesmo certo: se a igreja deixa de ser sal da terra, só serve para ser pisada pelos homens.

Deus nos conceda misericórdia e graça para retornarmos ao Evangelho da cruz e deixarmos de lado o evangelho dos cifrõe$.

Desafiando Limites.

Plebiscito sobre desarmamento: fatos que você ignora

se você não é predador, é bom ficar de orelha em pé

Seguindo à risca a cartilha mofada e amarelada de políticos em vias de extinção, como o bigodudo do Maranhão, mas que responde pelo Amapá (entendeu? nem eu…), segue em curso mais uma tentativa de ressuscitar o plebiscito do desarmamento que levou um sonoro NÃO da população no comecinho dos anos 2000 (2/3 disseram NÃO). Embalado na onda da tragédia de Realengo, onde um celerado ceifou a vida e os sonhos de uma dúzia de vidas em formação, Sarney colocou na pauta do dia o projeto “Desarmamento – O Retorno”.

Pessoas assim, que não se cansam dos holofotes, seja quando são vitrine de escândalos ou seja quando querem fazer o papel de “aparício”, são figurinhas constantes do álbum político nacional, capazes de fazer muita coisa para levar adiante seus projetos, mas incapazes de agir de forma adequada em assuntos que fariam do Brasil um país melhor, como um combate mais efetivo contra a corrupção, por exemplo. Todavia, quando sua própria família figura em denúncias de corrupção, é de se esperar alguma atitude nesse sentido?

Para você que estava no mundo da lua em 2002 e não sabe do que estamos falando, estão querendo, este ano (2011), perguntar a você, caro cidadão, se é a favor ou contra o desarmamento da população. Os argumentos a favor do desarmamento são até lógicos e têm sua razão de ser e, em alguns casos, plenamente justificáveis, tais como acidentes domésticos com armas de fogo encontradas por crianças e jovens, gerando perda de vidas inocentes e tragédias familiares.

Entretanto, estatisticamente, já que o governo (de qualquer sigla ou filiação partidária) é pródigo em utilizar números a seu favor quando lhe são favoráveis, poderíamos perguntar quantas pessoas são vítimas de acidentes domésticos com armas de fogo para analisar o argumento de que desarmar a população visa, tão-somente, coibir e evitar essas tragédias. Pergunto isso por que as vítimas desses acidentes são menos importantes do as vítimas de outros tipos de acidentes? Não, não é isso. A questão é outra.

Se esses casos de acidentes domésticos com armas de fogo são estatisticamente “irrelevantes” do ponto de vista do universo da população, digamos 0,05% da população considerada, não se justificaria uma iniciativa que teria custos elevados e potencialmente perigosos para quem ficasse desarmado, ou você acredita mesmo que algum bandido, traficante ou similar vai querer entregar seu fuzil AR-15, pistola 9mm ou .40 ou granada de estimação fragmentação?

Mesmo que quisesse, não faria, pois seria preso no ato, já que são armas de uso restrito e qualquer pessoa de posse delas é presa imediatamente. Agora, se os bandidos tivessem revólveres usados e enferrujados calibre 22, 32, etc., acho que até devolveriam para dar espaço às suas armas semi-automáticas semi-novas…

Isso, os acidentes domésticos com armas de fogo, seria resolvido de outra forma, com ações localizadas e políticas públicas específicas e focalizadas se se quisesse REALMENTE resolver o problema,  e não com um suposto desarmamento.

Você sabia que uma pessoa “normal”, hoje, praticamente não teria condições de possuir uma arma? Não estou falando nem de portar (andar com) uma arma, só adquirir (comprar) mesmo, ou seja, obter o registro da arma (uma espécie de certidão de nascimento ou cédula de identidade).

Entenda um pouco mais do que estamos falando:

O objetivo da campanha de desarmamento é manter nas mãos do Estado o monopólio da violência e da repressão e não dar o direito aos trabalhadores de se defenderem, principalmente contra seu maior inimigo, o Estado burguês, que é o principal gerador de violência. O plano do governo só serve para iludir o povo e dar uma sensação de tranqüilidade, como se o comércio de armas não fosse feito por contrabandistas. Ninguém vê bandido em loja comprando arma para assaltar. (grifo e comentário meu: quais as armas que os bandidos usam? Certamente não são aquelas que você e eu “podemos” comprar, não é verdade? Ou você pode comprar um AR15  ou uma 9mm na próxima esquina?)

Hoje em dia, para alguém ter uma arma de fogo registrada, necessita de pelo menos cinco documentos: atestado de antecedentes, exames psicológicos e psicotécnico, atestado de sanidade mental, declarações de vida, residência, trabalho. Enfim, quase nenhum trabalhador consegue. (comentário meu: mas pra bandido só uma coisa é necessária: $$. E AR15 é fabricado no Brasil? De onde vem e por onde chega? Desarmar a população e permitir traficantes armados até os dentes, mais até do que a polícia, resolverá o problema da violência?)

Fonte: Plebiscito sobre desarmamento é uma farsa (obs.: não concordo com tudo que o autor expõe, mas alguns  dos argumentos são pertinentes sim).

Num país como o nosso, com polícia mal-aparelhada, mal remunerada, mal distribuída e mal gerenciada, onde o crime é organizado e a polícia é desorganizada e burocratizada, onde arrastões arrasam as praias e causam mais pavor entre os banhistas do que os tsunamis, onde vivemos presos em condomínios com grades e seguranças que mais se parecem com presídios de luxo, e os bandidos vivem com regalias em presídios que mais se assemelham a colônias de férias, para alguns, o desarmamento é uma piada de mau gosto e tem a aparência de uma peneira tapando (ou tentando tapar) o sol do meio-dia.

O que me motivou a escrever isso?

Quando da época do plebiscito do desarmamento, um coronel da Polícia Militar do estado onde morava foi convidado pelo meu pastor a dar esclarecimentos sobre a discussão do desarmamento em curso, e ele trouxe fatos preocupantes, que são basicamente os mesmos deste email que recebi há pouco:

Para que desarmamento?

Um pouco de história.

Um pouco de história para quem esqueceu ou nunca soube:

  • Em 1929, a União Soviética desarmou a população ordeira. De 1929 a 1953, cerca de 20 milhões de dissidentes, impossibilitados de se defender, foram caçados e exterminados.
  • Em 1911, a Turquia desarmou a população ordeira. De 1915 a 1917, um milhão e quinhentos mil armênios, impossibilitados de se defender, foram caçados e exterminados.
  • Em 1938, a Alemanha desarmou a população ordeira. De 1939 a 1945, 12 milhões de judeus e outros “não arianos”, impossibilitados de se defender, foram caçados e exterminados.
  • Em 1935, a China desarmou a população ordeira. De 1948 a 1952, 20 milhões de dissidentes políticos, impossibilitados de se defender, foram caçados e exterminados.
  • Em 1964, a Guatemala desarmou a população ordeira. De 1964 a 1981, 100.000 índios maias, impossibilitados de se defender, foram caçados e exterminados.
  • Em 1970, Uganda desarmou a população ordeira. De 1971 a 1979, 300.000 cristãos, impossibilitados de se defender, foram caçados e exterminados.
  • Em 1956, o Camboja desarmou a população ordeira. De 1975 a 1977, um milhão de pessoas “instruídas”, impossibilitados de se defender, foram caçados e exterminados.

Efeito do desarmamento efetuado nos países acima no século XX: 56 milhões de mortos.

Com o recente desarmamento realizado na Inglaterra e no País de Gales, os crimes a mão armada cresceram 35% logo no primeiro ano após o desarmamento. Segundo o governo, houve 9.974 crimes com armas entre abril de 2001 e abril de 2002. No ano anterior, haviam sido 7.362 casos. Os assassinatos com armas de fogo registraram aumento de 32%. Segundo as Nações Unidas, Londres é considerada hoje a capital do crime na Europa.

Tudo isso é óbvio, pois marginais não obedecem às leis. Com o desarmamento, só gente honesta como você não poderá ter uma arma. “

Atenciosamente,

(autor preservado)

(clique para ampliar)

Voltei, desculpe a demora (papinho de teleatendimento de empresa de celular… risos), mas então, quero levantar uma questão que ainda não vi debatida em nenhum meio de comunicação:

A atual presidente Dilma se orgulha de ter feito parte da luta armada contra a Ditadura, bem como outros companheiros de seu partido e de seus tempos de militância armada contra a Ditadura. Ela se recusa a ser qualificada de “terrorista”, afirmando que batalhava pela democracia e etc. (sem entrar no mérito da questão), e possuir armas, para eles, na época, era ferramenta de trabalho em prol da liberdade. Por que criminalizar hoje o que era utilizado ontem com tanto ímpeto?

Agora, a pergunta JK (que não quer calar): Se o Governo (da época da Ditadura) propusesse uma campanha de desarmamento e um plebiscito (ou referendo, embora sendo Ditadura seria na base de Ato Institucional mesmo), o que diriam os valorosos combatentes da democracia? Se eles se utilizassem do argumento que era para coibir o aumento da violência, que era beeeeeeeeem menor do que hoje, pergunte a seus avôs para tirar a dúvida, o que eles diriam? Seriam a favor ou contra o desarmamento?

Só por que, agora, estão do lado de lá do poder, desarmamento pode? Por que o governo não propõe um desarmamento dos assaltantes de banco, dos traficantes, dos raptores e de outros meliantes e assemelhados?

[UPDATE] A iniciativa do desarmamento, lançada novamente pelo governo é só cortina de fumaça que não atinge o cerne do problema, pois desde o Estatuto do Desarmamento houve, na PRÁTICA, uma REDUÇÃO de 90% das armas comercializadas legalmente no país. De lá para cá, a violência aumentou ou diminuiu com esse violento decréscimo de vendas? O que vai lhe convencer de que a restrição a esses 10% restantes vai ajudar a diminuir a violência? Em que esse plebiscito vai ajudar a diminuir o comércio ilegal de armas? Entendeu que a solução apresentada é somente para maranhense inglês ver?

Caso queira replicar esse post em seu blog, favor manter os créditos ao blog Desafiando Limites.

Refutação ou ponto de inflexão?

 

olhando as coisas sob outro ângulo

Escrevo este post como uma ponderação aos argumentos expostos por meu ilustre debatedor e divulgador (sem querer) do blog, o sr. Nestor Montezuma, cujos comentários feitos no post sobre as diferenças que impossibilitam igualar espiritismo com o cristianismo. Durante alguns dias e ao curso de alguns comentários e contra-argumentos, digladiamo-nos no espaço dedicado a ouvir sugestões, críticas e comentários dos leitores do blog Desafiando Limites.

Todavia, quando o número de comentários, argumentos e refutações ultrapassou o número de 100, tornando-o o segundo post mais comentado do blog, acendeu-me uma luz vermelha e, pelos motivos a seguir expostos, vou abster-me de continuar essa luta inglória, visto que, ao que tudo indica, nem ele vai conseguir me convencer do que ele acredita ser verdade, nem eu a ele, e vice-versa, ou muito antes pelo contrário (risos). Logo, é um esforço, em última análise, desperdiçado. Mas não é só isso.

Como alguns leitores mais antigos do blog devem ter percebido (ops, o blog tem só 1 ano e pouco… onde se lê “antigos”, leia-se “assíduos”, ok?), eu possuo algumas limitações de raciocínio e argumentação, e também algo a ver com foco. No século passado, quando eu ainda estava no calor da juventude e dentro do prazo de garantia, eu pensava melhor e mais rápido, pena que, naquela época, desperdiçava meu potencial pensando besteira. Agora que preciso daquela força juvenil, o gás já não é mais o mesmo de antes… #enfim

Logo, em parte devido aos meus 2 neurônios (no século XX eram conhecidos como Tico e Teco, agora evoluíram atendem por Tom & Jerry, um correndo atrás do outro, mas que nunca se alcançam), e em parte a outros fatores como limitações de tempo, espaço e intelecto (de minha parte), refleti sobre o caso e decidi fazer disso um ponto de inflexão no post referenciado e que servirá de padrão para futuros acontecimentos do gênero.

Mas, chega de papo furado e vamos ao que interessa (risos):

Meus motivos para parar com a briga de foice abster-me de continuar a replicar os argumentos do Nestor Montezuma

1. Jesus disse: “Ide e pregai o evangelho a toda criatura”

O Nestor Montezumo quer, porque quer, que eu diga quem vai pro inferno ou deixa de ir. Ora, se a Bíblia diz que TODOS pecaram e destituídos estão da graça de Deus, você, eu, o Nestor e até quem não tem nada a ver com a paçoca tá ferrado condenado. Então, a questão passa a ser que Jesus veio para dar nova vida, tanto aqui como a vida eterna com Ele. E para isso fui chamado: para anunciar as boas novas (notícias) de salvação, não de condenação.

2. Jesus disse que o trabalho de convencer o homem não é meu

Sim, já existe Alguém com a incumbência de convencer o homem do pecado (de seus erros, de que precisa se arrepender), da justiça (de que Deus providenciou um meio de o homem escapar da condenação) e do juízo (de que o diabo tem destino certo e os impenitentes seguirão o mesmo rumo). Isso não é trabalho para qualquer um, e nem mesmo Hércules e sua experiência anterior dos Doze trabalhos conseguiria convencer ninguém disso, quanto mais eu! Só mesmo Deus poderia dar cabo de tal tarefa, e é o que Ele (o Espírito Santo) faz. Eu, reconhecidamente, não estou à altura de convencer ninguém de que tal pessoa é candidata fortíssima ao inferno e que precisa se arrepender, pois o Ator desse papel já foi escolhido, e fui reprovado na minha primeira entrevista (triste dia pra mim foi aquele…).

3. Paulo disse que os pés são formosos daqueles que pregam as boas novas

Não adianta, não se pode esperar coisa diferente: só é bem visto ou bem aparentado se alguém der boas notícias. Na terra onde nasci, no interior do Nordeste, apelidava-se alguém que era acostumado a falar de coisas ruins como “correio da má-notícia“. Antes de ter entendimento suficiente, eu quis enveredar por essa seara de querer apontar o dedo em riste no nariz dos outros, mas os resultados me convenceram de que aquilo não era para mim. Prefiro seguir o conselho de Paulo e ser anunciante das boas novas, porque quem nEle crer não será confundido e todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo (Rm 10.11-16), embora isso não me exima de, em algum momento, falar coisas duras e necessárias.

4. Por que insistir em algo que não vai a lugar algum?

Pela forma como a coisa andou, percebe-se claramente que a discussão não vai a lugar algum. Nem eu vou mudar meu modo de pensar e, pelo visto, nem ele. Então, como a vontade de Deus já está clara para mim, por que insistir em algo que vai me afastar de obedecer ao que Deus projetou para mim? Quando eu discordo dele, sou tachado como “dissonante cognitivo”, que é um nome chic para “lerdo de entendimento”, hipócrita, cabeça-dura (nisso ele tem razão) e outros mimos.

Quando é alguém que diz o que ele aceita como verdade, o homem é “o cara”, mas quando é alguém que sustenta minha tese, é “um carinha qualquer” com argumentos falaciosos. Para ele, essa conversa pode estar sendo até de algum proveito, embora ele já tenha apresentado sinais de enfado, mas para mim, os sinais mais evidentes são outros. Como já disse antes, meus 2 neurônios não possuem capacidade multitarefa, ou seja, eu não sei me concentrar em mais de uma coisa ao mesmo tempo. Dizem que isso é mal de homem, mas acho que, nesse quesito, eu sou mais homem do que outros homens, se é que você está me entendendo… risos

Por conta disso, minha incapacidade de me conectar a diferentes pólos de atenção de forma simultânea, o blog está sendo prejudicado, bem como os leitores que se alimentam de mensagens edificantes e motivacionais (basta ler os comentários de vários posts para entender do que estou falando). Então, confessando minha fraqueza, preciso parar com isso para dar continuidade a coisas que são mais importantes e demandam minha atenção, coisa que eu até faria (simultaneamente) se fosse mais capacitado intelectualmente e mentalmente.

5. Jesus disse que só existe Um que tem poder para mandar ao inferno

O argumento recorrente do Nestor Montezuma é que alguém vai pro inferno. Bem, que vai, vai, mas eu não sou competente para apontar o dedo (ou o que quer que seja) para as pessoas e sair por aí mandando-as ao inferno. Já mandei gente às favas, e elas nem foram, quanto mais se eu mandasse pro inferno! Aí é que não iriam mesmo, concorda?

O que Jesus tem a dizer sobre alguém ir pro inferno?

Mas eu vos mostrarei a quem deveis temer; temei aquele que, depois de matar, tem poder para lançar no inferno; sim, vos digo, a esse [Deus] temei. Lucas 12:5

E não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei antes aquele que pode fazer perecer no inferno a alma e o corpo. Mateus 10:28

Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno [condenação eterna], preparado para o diabo e seus anjos; Mateus 25:41

Embora em alguns momentos de minha vida eu possa ter tido vontade de ter poder para mandar alguém pro inferno, Jesus destruiu meus sonhos hitlerianos de mandar pra fornalha corrigiu meus pensamentos equivocados e me chamou para apontar o caminho do céu, e não para apontar o dedo na cara de alguém e dizer: “você vai pro inferno!”. Eu sou grato ao Senhor, meu Deus, porque Ele me livrou do inferno ao me perdoar. Achei ruim Ele me dizer que também devo perdoar e (loucura!) amar meus inimigos…

6. Se as obras salvam, o que dizer de Cornélio?

Uma das alegações do espiritismo – enfatizadas em especial pelo Nestor Montezuma – é que a salvação é pelas obras [de caridade]. Eu nem falo nada dele querer argumentar que é assim que o espiritismo crê e tal, que é assim que eles agem. Nada contra. Todavia, querer usar o texto bíblico para corroborar as alegações do espiritismo é demais. Seguir os ensinamentos de Allan Kardec e outros referenciais do espiritismo é uma coisa, sobre a qual me eximirei de emitir opinião, neste momento, mas fazer um estupro interpretativo e uma violência ao texto das Escrituras é, literalmente, forçar a barra.

Quem era Cornélio? Um homem acima de qualquer suspeita e digno de respeito, inclusive gozava de respeito diante de Deus. Confira.

E havia em Cesaréia um homem por nome Cornélio, centurião da coorte chamada italiana, Piedoso e temente a Deus, com toda a sua casa, o qual fazia muitas esmolas ao povo, e de contínuo orava a Deus. Este, quase à hora nona do dia, viu claramente numa visão um anjo de Deus, que se dirigia para ele e dizia: Cornélio. O qual, fixando os olhos nele, e muito atemorizado, disse: Que é, Senhor? E disse-lhe: As tuas orações e as tuas esmolas têm subido para memória diante de Deus; Atos 10.1-4

Um homem exemplar, sem dúvidas. Todavia, ainda não salvo.

Ele nos contou como um anjo lhe tinha aparecido em sua casa e dissera: ‘Mande buscar, em Jope, a Simão, chamado Pedro. Ele lhe trará uma mensagem por meio da qual serão salvos você e todos os da sua casa’. (ênfase acrescida) Atos 11.13, 14

Se Cornélio pensasse da mesma forma que o Nestor Montezuma, ia mandar o anjo pro inferno catar coquinho, porque ele tinha boas obras e, com certeza, era salvo. Devia ter algum problema no banco de dados do Céu, e o nome dele figurar entre os não-salvos era um defeito (default, padrão) que precisava ser corrigido urgentemente! Onde já se viu? Um homem como ele, cheio de boas obras, não estar salvo???

Pois é, mas Cornélio devia pensar como eu: mandou chamar Pedro imediatamente (At 10.33) e logo deu ouvidos à mensagem do Evangelho e da salvação em Cristo. E você, se aparecesse um anjo dizendo que você precisava ouvir o evangelho de Cristo para ser salvo, ia mandar o anjo pro inferno ou mandar chamar logo um evangelista?

7. Divergências não são motivo de agressão e vituperação

Em que pesem nossas divergências no campo teológico e soteriológico, não tenho nada da mais e de mal a falar do Nestor Montezuma. Pelo contrário, vejo nele muitas qualidades, como inteligência, persistência e vontade de defender o que acredita, talvez até maiores do que as minhas (forante inteligência, pois qualquer um é mais inteligente do que eu… risos).

Sinto pesar que meu humilde blog não tenha muito mais a oferecer ao Nestor do que apenas um motivo de refutação daquilo que ele crê. Falha nossa. Mas, respeitadas nossas diferenças, inconciliáveis, por sinal, gostei dele ter aparecido por aqui e ter expressado o que crê, mesmo sendo diametralmente oposto ao que creio e publico. Eu cresci com a interação, embora não esteja certo de que ele cresceu ao debater comigo… risos

Agora, vamos voltar a dar atenção aos demais (ou demenos) leitores do blog, voltando a escrever sobre outros temas, tremas, terremotos e outros assuntos tremendos. Ou não!

Um abraço, Nestor Montezuma, vou orar por você. Você vai ver a diferença.

ps. se você estiver certo, as chances de eu ser salvo são razoáveis. Mas, se eu estiver certo, você tá ferrado enrolado até… rs

Mais verdades sobre o Carnaval e o Brasil que você ignora

assopra e morde

Mais verdades sobre o Carnaval e o Brasil que você ignora

Rachel Sheherazade ataca novamente. Que pena que o Brasil tem poucas jornalistas como essa…

Desmascarando o senso comum de que o carnaval é bom para o país e para o povo, é importante sabermos que essa festa muito mais atrapalha do que beneficia a nação e a sociedade, atravancando o futuro do país e prejudicando o progresso nacional, visto que apenas algumas pessoas realmente ganham com ele, enquanto a grande maioria perde.

Divulgação Desafiando Limites.

Comparando Jesus com os mercenários da fé

é roubando que se pede... ou que se perde?

 

Por favor, não confunda o Marceneiro com os mercenários

Jesus Cristo

Mercenário da fé

Sumo Pastor

falso pastor

Consumador da fé (aumenta a fé)

consumidor da fé (rouba a fé)

dá a vida pelas ovelhas

“tira o couro” das ovelhas (tosquia sem dó)

acolhe as ovelhas

espanca as ovelhas

cura as ovelhas

adoece as ovelhas

busca a ovelha perdida

expulsa a ovelha desorientada

a prioridade é a ovelha perdida

a prioridade é o dinheiro pedido

sua missão era salvar

sua missão é espoliar

é o Caminho para o Céu

cobra pedágio no meio do caminho

nos espera de braços abertos

vive implorando para abrirmos a mão e secarmos o bolso

é o nosso Advogado

é o nosso carrasco

perdoa as nossas dívidas

exige que paguemos as dívidas dele

morreu para nos dar vida

vive para nos matar de indignação

Desafiando Limites.

Paul Krugman abre a boca mas esquece de dar descarga

cultura, educação e sabedoria não são a mesma coisa

Paul Krugman é considerado uma sumidade em termos de economia, mas parece que em termos de gente e sensibilidade, é um pouco tapado ou se faz. Leia o que ele disse, e depois darei minhas considerações.

A vida e os negócios continuam; portanto, acho que temos que falar sobre os impactos econômicos do pesadelo de Fukushima.

[…]

E sim, isso significa que a catástrofe nuclear pode acabar se tornando expansionista, se não para o Japão, mas pelo menos para o mundo como um todo. Se isso parece loucura, bem, economia numa armadilha de liquidez é isso – lembre-se, a Segunda Guerra Mundial pôs fim à Grande Depressão.

[…]

Fonte: Blog Estadão do autor

Essas coisas de ser pragmático nos deixam, às vezes, com a sensibilidade desligada ou bem próxima de zero… Concordo que devem existir pessoas pragmáticas no mundo porque, em última análise, são elas que fazem a roda girar. Todavia, quando um técnico toma a palavra para fazer as vezes de um político (abrindo um pequeno parêntesis aqui: no bom sentido da palavra, sim, porque existe bom sentido em política. Aqui no Brasil nos esquecemos do que é isso, mas deve haver ainda um lugar fora das fronteiras tupiniquins onde a boa política não foi extinta), as chances de sua boca expelir fezes em vez de vozes é alta.

Longe de justificar a guerra, a afirmação de Krugman condena a humanidade! Sim, se havia outra solução que não a II Guerra, por que não foi tentada? Se havia e não foi posta em prática, os líderes da época são MUITO culpados dos milhões de mortos inocentes assassinados, bem como aqueles que morreram DEPOIS que a Guerra acabou, mas sofreram as consequências diretas e indiretas do conflito.

Se NÃO havia outra alternativa, então é que a situação se complica… sim, porque a Humanidade, com seus gênios pode construir uma bomba atômica mas não pode explodir a cobiça e ganância humanas? Se isso for verdade, que não havia outra alternativa à II Guerra, vejo bem aí, diante de meus olhos, a confirmação cabal de que Paulo estava coberto de razão ao escrever que “todos pecaram” (na hipótese de que HAVIA solução, mas preferiram a Guerra) e de que “não há um justo sequer” (na hipótese de que NÃO havia alternativa à Guerra).

E ainda criticam Deus ao lerem que Ele enviou destruição sobre Sodoma e Gomorra! Afinal, o que os homens queriam? Queriam eles mesmo destruir Sodoma e Gomorra ou querem condenar a Deus porque sabem que agem de forma semelhante aos sodomitas, e temem a destruição? Talvez a pergunta admita AMBAS as respostas.

Agora, inspirado na afirmação de Krugman, vou fazer duas perguntinhas básicas, as quais deixei registradas no post de seu blog:

  1. quer dizer que a única saída para curar uma recessão é [mais] uma [grande] guerra? para aquecer uma economia, então, devemos sair matando? se não é A saída, ou se existiam outras, por que não foram tentadas? (corrigida)
  2. para aquecer a economia americana, o sr Krugman poderia sugerir ao presidente Obama que os EUA fossem atingidos por um terremoto de grandes proporções seguido de um tsunami avassalador, que tal? afinal, a falha de San Andreas é bem ali…

Sabe, aquele ditado é muito certo mesmo: Deus nos deu UMA boca e DOIS ouvidos, será que Ele queria que falássemos menos e ouvíssemos mais?

Resposta: Portanto, meus amados irmãos, todo o homem seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar. Tiago 1.19

Desafiando os limites da reflexão, recessão e falta de noção dos economistas…

Operação-resgate: Resgatando os valores do verdadeiro cristianismo

esse mar da vida é cruel

“Ou qual a mulher que, tendo dez dracmas, se perder uma dracma, não acende a candeia, e varre a casa, e busca com diligência até a achar?” Lucas 15.8

Os dias são maus, isso é fato, e pior, é um fato bíblico! Todavia, nós não podemos ser maus, não podemos nos tornar maus, nem deixar que os maus assumam o controle de tudo. Ok, ok, pelo menos não assumam o controle da igreja, já que o mundo jaz no maligno. Infelizmente, a igreja evangélica brasileira atravessa o que se poderia denominar um “apagão” teológico e eclesiástico.

É com tristeza que vemos líderes de proeminência nacional portarem-se de forma a trazer escândalo e vergonha ao Nome que invocamos e por quem combatemos. A teologia da prosperidade nunca se mostrou tão perniciosa e destruidora da vida da igreja como agora, onde até “ícones”, líderes respeitados e de conduta inatacável, respeitados até mesmo interdenominacionalmente (sim, pr. Silas Malafaia, estou olhando em seus olhos) dobraram-se diante do apelo monetário.

A igreja precisa resgatar sua identidade, seus valores de outrora, não ultrapassados, mas respaldados pela ortodoxia bíblica, e quero fazer essa reflexão tomando por base o trecho acima que trata da chamada “parábola da dracma perdida”, para trazer-nos à mente uma forma de resgatar esses valores perdidos no decurso do tempo e do espaço, que foram tomados de assalto pela teologia da prosperidade.

Como cristão pentecostal e, teoricamente, dispensacionalista, sou partidário da tese que isso representa um “sinal dos tempos“, esfriamento da fé e aparecimento de falsos profetas, doutrinas de demônios, etc., todavia não posso me calar diante de fatos tão contundentes, que me fazem corar de vergonha e inchar de indignação, ao ver a Palavra sendo vituperada por quem deveria honrá-la e vivê-la. Assim, mesmo sendo dispensacionalista (até prova em contrário… risos), vou denunciar enfaticamente esse descalabro eclesiástico que grassa e desgraça, literalmente, nossos queridos púlpitos.

Você quer, comigo e com outros que não dobraram seus joelhos diante de Baal e Mamón, combater o bom combate? Se sim, afie sua espada e reflita comigo o que devemos fazer para trazer de volta, à tona, aquilo que se perdeu entre nós. Aperte o cinto e fé na alma!

O que representava a dracma perdida para a noiva, no contexto histórico-cultural do I século?

A dracma perdida era parte integrante de um colar, presente do noivo, que representava seu compromisso público perante a sociedade local, de que havia um elo entre ambos que se consumaria logo mais. Quando ela saía de casa, esse colar fazia parte de sua indumentária, um pouco parecido como um “anel de compromisso” ou anel de noivado hoje em dia. No colar em questão, havia dez dracmas, e seu colar estava incompleto, por isso ela não poderia usá-lo, que era um risco ao compromisso assumido com o noivo.

Sair com um colar incompleto seria motivo de vergonha certa para aquela donzela judia do século I. A igreja de hoje, infelizmente, pode ser considerada como aquela jovem nubente: é uma igreja com valores perdidos, incompleta em seu compromisso assumido perante o Noivo, o Amante de sua alma. Mas, como resgatar esses valores perdidos? Como recuperar a honra perante um mundo que, atolado na lama do pecado, tem a ousadia em apontar o dedo lamacento às práticas espúrias e corrupções dos líderes eclesiásticos brasileiros?

1. Em primeiro lugar, devemos acender a candeia

Esse acender a candeia é repleto de significados, todos relevantes, e quero explorar um pouco de cada um. O acender a candeia representava, literalmente, lançar luz na escuridão reinante (as casas da Judéia do século I não tinham muita iluminação natural). Isso, para nós, é muito simples: um retorno à simplicidade das Escrituras, que é a luz que ilumina nossos passos (Salmo 119.105). O advento da luz traz os seguintes benefícios: manda embora as trevas, que fogem diante da presença da luz, e também afasta animais ferozes ou peçonhentos. É o que a igreja está carecendo: espantar as trevas do pecado e bestas-feras encasteladas em alguns púlpitos (besta de ignorância teológica e feroz de tosquiar ovelha).

Outro aspecto interessante é a questão do custo dessa procura. Naquela época, não havia a comodidade da eletricidade para auxiliar as buscas, e acender a candeia representava um custo, em tese, desnecessário, visto que não era de noite (senão a candeia já estaria acesa, certo?) e o azeite combustível possuía um custo não desprezível (vide a história da viúva que conseguiu pagar TODAS as suas dívidas, em 2 Reis 4). Hoje em dia vemos a facilidade em se aprovar destinação de recursos para obras e construções faraônicas mirabolantes, enquanto setores educacionais (EBD, p.ex.) capengam e não se investe em formação teológica de futuros obreiros. Como podemos esperar esclarecer as almas perdidas se não estamos investindo em iluminação decente?

2. Em segundo lugar, devemos varrer a casa

Uma coisa recorrente no meio humano, nas instituições humanas é tentar tapar o sol com a peneira e varrer a sujeira para baixo do tapete. Mesmo após milênios e séculos de tentativas frustradas, o homem ainda não se deu conta de que é inútil esconder a sujeira do pecado. Remédio para a sujeira do pecado só existe um realmente eficaz e definitivo: a lavagem pelo sangue de Jesus. Não tem outra forma de ser limpo da sujeira do pecado.

A igreja deve se conscientizar de que a sujeira não pode, jamais, ser varrida para baixo do tapete. A exemplo daquela mulher, quando se deixa a sujeira tomar conta da casa, os valores vão se perdendo e nem nos damos conta. E, se vamos procurá-los, a busca se torna muito mais difícil e demorada. Solução? Varrer a casa, antes de procurar. Às vezes, ao limpar a sujeira, achamos muitas coisas valiosas no meio da sujeira, que caiu lá e não víamos. Sua igreja varre o pecado para baixo do tapete ou para fora da casa?

3. Em terceiro lugar, devemos buscar com diligência

Aquela mulher era uma pessoa comum que, mesmo sem querer, acaba por perder coisas valiosas. Mas, era uma mulher esforçada também, uma mulher que sabia o que queria e que sabia que precisava fazer a coisa bem feita se quisesse obter o resultado desejado. Sabe, tem pessoas que querem alcançar determinado objetivo e vivem reclamando porque jamais conseguem. Mas, quando você vai analisar a situação, observa que tais pessoas não se preocupavam em fazer a coisa do jeito certo, em fazer direito e bem feito. Por que reclamar, então?

Lembro-me de uma situação difícil pela qual passei certa vez. Conheci um grupo de irmãos que faziam evangelismo na madrugada, em Natal/RN, um trabalho muito interessante e, de certo modo, perigoso. A madrugada não é um lugar muito fácil quando se vai de encontro ao pecado. Numa dessas madrugadas, lá pelos idos do século passado, eu fui com eles levar a Palavra que liberta e transforma aos perdidos na noite (Faustão nem era Fausto ainda… risos).Naquela madrugada descobri o grande valor que existia em uma pequena chave…

Pois bem. Nesse evangelismo madrugadino, perdi a chave de minha moto (naquela época, eu era “motorizado”). Quase entrei em parafuso, mas orei e pedi que Deus me direcionasse, pois não sabia ao certo onde a chave poderia ter caído. Assim, sem alternativas, refiz meu trajeto, olhando diligentemente, na penumbra da madrugada, o chão de terra batida por onde havia passado quase uma hora antes. Estava escuro, havia barro, poças de lama e montes de sujeira, mas a diligência venceu a parada: encontrei a chave descansando, à minha espera, em uma rua vicinal, bem no meio do caminho. Quer recuperar os valores perdidos? Que tal um pouco de diligência, para variar?

4. Em último lugar, devemos procurar até achar

É disso que precisamos, na maioria das vezes: perseverança, insistência e, em alguns casos, teimosia. Ir até o fim, é disso que estou falando. Uma boa parte de meus posts têm embutida essa idéia: perseverar. E estão entre os posts mais lidos e mais bem avaliados, por quê? Sinceramente? Não sei ao certo. Talvez por terem sido bem escritos ou interessantes? Ou, ainda, porque as pessoas estão procurando algum incentivo, alguma palavra que as motive a não parar, a não desistir e jogar tudo pro alto. Talvez a última opção seja a mais correta.

O mundo está repleto de projetos inacabados, de projetos até a metade. Houve uma época na história do Brasil onde cada governante tinha seu projeto de governo e como não se conseguia fazer tudo em um só mandato, o próximo que assumia deixava o projeto de seu “inimigo” abandonado, às traças. Era a época dos “elefantes-brancos”, dos rios de dinheiro público sendo desperdiçados a céu aberto (hoje se desperdiça ainda, mas agora é “por debaixo dos panos”…).

É preciso entendermos que somente chegaremos até onde almejamos e seremos aquilo que fomos projetados para ser se não pararmos, se não desistirmos, se não jogarmos a toalha. Aquela mulher achou a dracma perdida porque, para ela, não havia outra opção: era achar ou achar, custasse o que custasse.

Nós, igreja evangélica atual, estamos enfrentando a crise do apagão eclesiástico, onde um blackout espiritual está se formando bem debaixo de nossos narizes, que só pode ser revertido se assumirmos a mesma atitude e ação daquela mulher diligente: acender, varrer e buscar até achar. Esse apagão espiritual trará muito mais prejuízo do que os apagões logísticos que têm acontecido, e as trevas resultantes serão muito mais perigosas do que a simples ausência de luz.

Urge que a igreja evangélica assuma seu papel como luz do mundo nesta nação e resgate os verdadeiros valores do evangelho que está sendo mascateado nos púlpitos neopentecostais, feitos de latrina pela teologia da prosperidade. Achou fortes as palavras? E o que dizer de uma teologia que perverte os conceitos bíblicos para destronar Deus e entronizar o homem em Seu lugar? Chamar isso de que, senão fezes teológicas? É preciso varrer essa teologia de nossos púlpitos, mas somente após acender a luz do Espírito, pela Palavra é que as pessoas vão enxergar essa sujeira para quererem se ver livres dela.

Vou encerrar com uma pergunta: de que vale a vitória financeira quando se vive derrotado pelo pecado? Isso é verdadeiro cristianismo? Onde?

Quer saber o que eu penso da teologia da prosperidade? Leia isso: Teologia da prosperidade: de Deus ou do diabo?

Se gostar, clique em Gostei! ou deixe seu comentário. Que o Senhor te abençoe.