Desafiando Limites e Vencendo Barreiras

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Seriam compatíveis o Cristianismo e o Espiritismo?

janeiro 26, 2011 by
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a possibilidade tem que refletir a realidade

Este post é motivado por uma discussão que percorreu os comentários do post Nosso Lar ou Nosso Engano? (nosso segundo post em número de comentários), e são um contraponto aos interessantes argumentos do sr. Alberto J. Azevedo, que os assinou. Em primeiro lugar, antes de partir para os finalmentes, quero esclarecer alguns pontos:

  1. neste post não vou entrar em juízo de valor sobre se um é melhor do que outro, se um é errado e o outro é certo, mas apenas me debruçar sobre se ambos são compatíveis e opções válidas ao mesmo tempo, ou seja, um E outro, ou se são mutuamente excludentes, ou seja, um OU outro;
  2. não quero denegrir a religião de ninguém, mas apenas enfocar aspectos que podem ser verificáveis por qualquer pessoa que queira estudá-los, e chegar a uma conclusão sensata diante dos fatos;
  3. tenho amigos espíritas, e me dou bem com eles, e de forma alguma deixo que nossas divergências religiosas ou teológicas sejam motivo para que nosso relacionamento, seja profissional ou outro qualquer seja prejudicado por isso;
  4. os trechos copiados dos comentários do sr. Alberto serão “ipsi literis“, sem nenhuma edição de minha parte, para preservar a originalidade do que ele disse sendo, inclusive, passível de verificação no post onde ele comentou;
  5. admiro o trabalho de caridade levado a termo por espíritas, e este post não tem intenção de demovê-los disso, ou de condenar seus atos;
  6. a análise que se fará será puramente no campo das ideias, sem qualquer intenção de denegrir a imagem, seja de pessoas ou instituições.

Feitas essas considerações iniciais, passemos a analisar e comentar os argumentos do sr. Alberto, lembrando que não faremos juízo de valor sobre se o espiritismo é uma opção melhor ou pior do que o cristianismo, mas apenas se existe a possibilidade de abraçar as duas opções ao mesmo tempo. Em meu entender, não é possível seguir a ambas concomitantemente, mas vou me eximir de dizer qual delas deve ser a opção escolhida pelo leitor, deixando que ele deve escolher uma delas, se quiser desfrutar do máximo que cada uma oferece a seus seguidores. (vou dar um break em respeito aos leitores que não quiserem ler esse post e, portanto, se desejarem continuar a leitura, cliquem em Leia mais…)

Para contextualizar, o sr. Alberto advoga que Cristianismo e Espiritismo podem ser adotados AO MESMO TEMPO, enquanto eu afirmo que podem ser adotados, mas NÃO ao mesmo tempo, porque incompatíveis mas, reitero, não estou fazendo, neste post, juízo de valor sobre as opções propostas.

Alegação 1: Espiritismo = Cristianismo + Alguma coisa

1- Espiritismo = Cristinanismo + Alguma coisa. Não faça afirmações falsas. O espiritismo é baseado nos ensinamentos de Jesus + Ensinamentos dos Espiritos. O Espiritismo seria o Consolador Prometido, mencionado por Jesus. Como já percebi que você é evangélico e não católico, vou direcionar o tema nesse sentido.

No meu entender, que conheço AMBAS as religiões, por já ter REALMENTE frequentado (não somente lido a respeito) AMBAS as vertentes. Bom, no meu entender, o Espiritismo e a Doutrina evangélica são baseados quase nos mesmos ensinamentos mas com conclusões diferentes. Na verdade bem essas que você citou. Os evangélicos interpretam certas passagens como a de Nicodemos, literalmente, justificando o batismo, e os espiritas interpretam isso como uma menção a reencarnação. Claro que usando palavras que ele TEORICAMENTE podia entender, mas ainda assim, pelo menos pra mim, me parece uma explicação mais pláusivel.

Refutação 1: Espiritismo # Cristianismo

Espiritismo é uma coisa, Cristianismo é outra, e não sou [apenas] eu quem diz isso, senão vejamos:

Observe o que pensa um estudioso espírita, Carlos Embassahy, que assim se pronuncia sobre o tema: “Nem a Bíblia prova coisa nenhuma, nem temos a Bíblia como probante. [O espiritismo] não rodopia junto à Bíblia. Mas a nossa base é o ensino dos espíritos, daí o nome“. in EMBASSAHY, Carlos. À margem do espiritismo. Rio de Janeiro: Federação Espírita Brasileira, p. 214, 227 (citação retirada daqui).

Da citação acima depreende-se que Cristianismo e Espiritismo são coisas distintas, e quem quer colocá-los em pé de igualdade – no sentido de serem semelhantes, intercambiáveis – comete um equívoco básico por não conhecer a fundo ou um ou outro. O cerne do cristianismo são os ensinos de Jesus, tal como expressos no Novo Testamento, e ainda os do Antigo Testamento que lhe possam ser contextualizados, ao passo que o Espiritismo tem seu fundamento nos ensinos dos espíritos, embora capte alguma coisa dos evangelhos.

Existem discordâncias e divergências entre ambos que são irreconciliáveis, logo o seguidor que se advoga abraçar as duas vertentes terá que optar por um ou outro para seguir seu caminho à plenitude daquilo que escolheu, ou ficará eternamente na encruzilhada da dúvida, sem desfrutar do máximo que cada um alega oferecer.

O Espiritismo não é o Consolador prometido

A vinda do Consolador foi uma promessa feita por Jesus que se cumpriu no dia de Pentecostes, conforme se verifica por meio da leitura deste texto:

Certa ocasião, enquanto comia com eles, deu-lhes esta ordem: “Não saiam de Jerusalém, mas esperem pela promessa de meu Pai, da qual lhes falei. Pois João batizou com água, mas dentro de poucos dias vocês serão batizados com o Espírito Santo”. Atos 1.4, 5

Chegando o dia de Pentecoste, estavam todos reunidos num só lugar. De repente veio do céu um som, como de um vento muito forte, e encheu toda a casa na qual estavam assentados. [...] Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar noutras línguas, conforme o Espírito os capacitava. Atos 2.1, 2, 4

Em que pese o Espiritismo avocar para si ser O Consolador Prometido, tal afirmação não se sustenta simplesmente pelo fato de que o Espírito Santo, que é o Consolador (Jo 14.26 “mas o Consolador, o Espírito Santo”) veio algumas semanas após a ressurreição de Jesus, e não no século XIX, quando ele publicou suas obras que lhe deram o cognome de codificador do Espiritismo.

Nascer de novo não é o mesmo que batismo

Embora possa estar relacionado ao novo nascimento, o batismo é apenas uma figura de algo intangível, que é a conversão do indivíduo, do reino das trevas para o Reino da Luz ou, como também é conhecido “sair do mundo”. O fato de alguém se batizar não significa, necessariamente, que tal pessoa “nasceu de novo”, embora o contrário possa ser verdadeiro. O que vai dizer se alguém nasceu de novo não é o fato de ter sido batizado, mas se vive uma nova vida, pautada nos ensinos de Jesus.

Alegação 2: Fé cega e outras acusações

Não vou me deter nesse tópico, porque foge ao escopo do post, que é apontar as diferenças entre ambos, e não validar um ou outro.

Alegação 3: Espiritismo é evolução do Cristianismo

Mas volto a dizer, o Espiritismo não é incompativel com o cristianismo, pode ser uma evolução deste, assim como a doutrina evangélica. Se você afirmar que o espiritismo é incompativel com o cristianismo, automaticamente esta afirmando que a doutrina evangélica e até mesmo a católica também são. São doutrinas baseadas nos mesmos ensinamentos com INTERPRETAÇÕES DIFERENTES DOS MESMOS TEXTOS. Só isso, nada mais.

Refutação 2: Espiritismo NÃO é evolução do Cristianismo

Conforme já foi citado, a afirmação de similaridade entre ambos não é tese aceita entre os círculos de pensadores espíritas, em que pese essa ideia ser, aparentemente, difundida entre os leigos (que não são não líderes) e simpatizantes. Para ser evolução, o mínimo que se poderia esperar é que compartilhasse alguns pontos básicos em comum, quais sejam:

  1. origem e base da crença;
  2. ensinamentos centrais;
  3. similaridade de atuação;
  4. ausência de confronto de ideias chave, em mão-dupla (indo e voltando);
  5. coexistência curta, onde a forma mais evoluída suplanta a menos involuída.

Tomando por base esses rústicos aspectos, podemos chegar à conclusão de que o Espiritismo NÃO é evolução do Cristianismo, e também que o Cristianismo não pode se avocar como evolução do Judaísmo. Para ser honesto, o Espiritismo, se quer ser considerado como evolução de algo, estaria muito mais próximo da crença oriental do “karma” do que da ressurreição cristã.

Algumas crenças católicas e evangélicas são, de fato, incompatíveis

Sim, Alberto, é verdade: existem alguns pontos na doutrina católica que se chocam com a doutrina evangélica, e nós ratificamos esse conflito porque nos arvoramos em uma interpretação mais “pura”, digamos assim, da Bíblia, enquanto os católicos optam por se utilizar de outras fontes para fundamentar seus ensinos. Todavia, isso não me impede de ter boas relações com amigos católicos, tanto dentro como fora do ambiente virtual e, dentro dos limites de discordância salutar, com espíritas também.

Alegação 4: É possível ser cristão e espírita ao mesmo tempo

3- Discordo de você, quando você diz que não se pode fazer as duas escolhas. Existe sim um caminho do meio, que gosto de chamar de caminho do equilibrio. Sei que você se ofendeu mas na doutrina espirita também existem fanáticos, e eles me irritam, tanto quanto qualquer outro tipo de fanático. Acredite existem pessoas na doutrina espirita que são contra a comemoração do Natal com a figura do Papai Noel!

Como frequentei as duas religiões não só essas, mais a católica e a evangélica quando eu era pequeno, consegui extrair o melhor de cada uma e hoje sigo ambas com o que elas me oferecem de melhor.

Refutação 3: Para desfrutar do melhor de cada uma, é necessário integrar-se plenamente a uma delas

Não, Alberto, não é possível ser cristão e espírita ao mesmo tempo. Isso não é uma possibilidade viável para alguém sensato e racional, e não estou dizendo isso no intuito de chamá-lo de irracional por ser espírita, mas estou querendo dizer que, ao optar por seguir as duas coisas você está abrindo mão daquilo que elas oferecem, em tese, de melhor aos seus seguidores. Existem conflitos de ordem teológica e filosófica entre ambas que não podem ser ignorados, como você fez, a pretexto de unir as duas vertentes.

Todavia, reconheço que certos princípios éticos e morais foram sim inseridos e incorporados pelo Espiritismo, oriundos do Cristianismo e, confesso, a caridade propagada por espíritas chega mesmo a fazer sombra, quando não ultrapassar, a solidariedade que observo – ou deixo de observar – entre meus patrícios de fé. Mas, não se engane, existem muitas obras de caridade cristãs (católicas e evangélicas), mas que não são propagadas e, por isso, passam despercebidas pela sociedade.

Ao afirmar que há incompatibilidade de teologia e filosofia entre eles, não nego nem ignoro que um espírita, como você mesmo diz, possa seguir ensinamentos ético-morais cristãos. Entretanto, da mesma forma que um simples batismo sem o consórcio da fé em Cristo não faz de uma pessoa um cristão de fato, embora o possa do ponto de vista sociológico, seguir certos princípios cristãos não faz de alguém um cristão, da mesma forma que um homem que vive em uma garagem não se torna um veículo.

Ser ou não ser? Espírita ou Cristão: eis a questão

Para concluir o raciocínio, sobre a incompatibilidade de opção simultânea, vou elencar aqui os pontos irreconciliáveis que vão deixar claro que o interessado em seguir uma das duas opções disponíveis no mercado religioso, a saber: Espiritismo e Cristianismo, em determinado ponto de sua caminhada, vai acabar tendo que optar por uma delas para avançar em seu caminho. E foi justamente isso, Alberto, que você fez! Você é um espírita, e não um cristão, mesmo tendo elementos ético-morais cristãos em sua conduta pessoal.

Observe porque ou se é espírita ou se é cristão, e quem diz que é espírita e cristão ao mesmo tempo, na verdade, não é nem uma coisa nem outra:

1. Reencarnação e Ressurreição não são a mesma coisa

Embora os espíritas queiram dizer que a ressurreição da Bíblia é a reencarnação do espiritismo, as duas são coisas distintas, se for analisar o que a Bíblia diz sobre ressurreição e o que o espiritismo diz sobre reencarnação. Em alguns pontos, essas duas ideias se chocam frontalmente, e há, necessariamente, que se optar por uma delas, pois ambas são incompatíveis.

2. Salvação pelas obras e salvação pela graça

A máxima do espiritismo [kardecista, pelo menos] é que, sem caridade, não há salvação. Já o evangelho afirma, de forma peremptória: Pela graças sois salvos, por meio da fé. Não das obras, cfe. Ef 2.8. Ou seja, um espírita crê que sua salvação vai advir de sua conduta e obras em vida, enquanto o cristão deve saber que sua salvação foi conquistada na cruz, através da morte expiatória (substituta) de Jesus. Ou uma coisa, ou outra, mas nunca ambas ao mesmo tempo.

3. Estado final post mortem

Intimamente relacionado ao tema Reencarnação x Ressurreição, o destino final do ser humano é tratado de forma diferente e antagônica por Espiritismo e Cristianismo, embora ambos defendam a imortalidade da alma. Enquanto o primeiro assevera que o destino da alma após a morte é composto de uma série infindável ou inumerável de reencarnações, que seriam uma espécie de “estágios de purificação espiritual”, que levariam o espírito (ou alma) a sucessivas evoluções (espera-se), o segundo afirma categoricamente que após a morte segue-se o juízo (Hb 9.27), e definido se o candidato seguirá ao Céu (paraíso) ou descerá para a condenação eterna (inferno).

4. Fonte dos ensinos

Como bem disse Carlos Embassahy (ou Imbassahy), a origem dos ensinos espíritas são os espíritos (leia a Refutação 1), enquanto que a origem dos ensinos cristãos é a Bíblia, notadamente o Novo Testamento, com ênfase nos 4 Evangelhos (Mateus, Marcos, Lucas e João). Sim, é verdade que o Espiritismo incorporou elementos cristãos em suas crenças, mas as adaptou e moldou de acordo com sua interpretação própria, espiritualizando-as ou descristianizando-as. As passagens bíblicas usadas pelo espiritismo podem ser as mesmas, mas as conclusões não, e isso reforça a tese de que espiritismo é uma coisa, cristianismo outra.

Conclusão

O leitor sensato e honesto vai verificar que, em nenhum momento, quis dizer que tal opção é melhor do que outra, mas me detive a demonstrar que são DIFERENTES e, em alguns pontos, contrárias. Pode ser que, em algum ponto, alguém entenda que quis, ainda que inconscientemente, “puxar a brasa para minha sardinha”. Se ocorreu, desculpe, pois não foi intencional. A intenção mesmo era provar que, sem entrar no mérito da escolha, para que alguém venha a desfrutar o máximo do que cada uma das opções oferece é preciso se entregar de corpo e alma a ela, seja A ou B.

No mais, desejo agradecer sua atenção, independentemente de sua opção religiosa.

Que Deus o abençoe, em Cristo.

Desafiando os limites das escolhas.

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119 Responses to “Seriam compatíveis o Cristianismo e o Espiritismo?”

  1. Anelise D'AvilaNo Gravatar disse:

    Se você realmente conhecesse o Espiritismo, como faz questão de afirmar, usaria como referência as suas obras básicas, codificadas por Allan Kardec a saber: O Livro dos Espíritos, O Livro dos Médiuns, O Evangelho Segundo o Espiritismo, O Céu e o Inferno e A Gênese; ao invés de uma obra de Carlos "Embassahy" (o correto é Imbassahy), posto que saberia que além das 5 obras citadas acima, para nós espíritas, todas as demais são complementares e suscetíveis a erros doutrinários.

    • wallysouNo Gravatar disse:

      olá, Anelise, bom dia.

      de fato, eu não conheço tão bem o espiritismo, e nem me lembro de ter dito isso. apenas afirmei q conheço o suficiente para saber q são incompatíveis, é diferente.

      sobre o \”Embassahy\”, retirei da citação original da fonte, pode conferir.

      sobre o q Embassahy argumentou, acredito q ele foi mais sincero, honesto e ousado do q a maioria dos espíritas, como vc. ele apenas enxergou o óbvio, e teve coragem suficiente para dizer isso: cristianismo e espiritismo são coisas diferentes e incompatíveis entre si.

      no mais, penso q os espíritas deveriam procurar conhecer mais aquilo q creem para comparar com o cristianismo e verem algo q é tão patente – e não estou dizendo q mudem de religião, mas apenas q conheçam melhor para poderem fazer um juízo de valor honesto e embasado.

      eu conheço bem o cristianismo, e é sobre isso q falo, e não estou – a priori – dizendo q o cristianismo é superior ao espiritismo, apenas q é diferente e q são incompatíveis.

      se vc conhecesse o cristianismo o suficiente, e usasse de honestidade na análise, tb concordaria comigo.

      abs, obg pela visita.

  2. Bruce LeroyNo Gravatar disse:

    Não sei porque perdi meu tempo lendo esse post. Mais uma matéria colocando frente a frente a crença dos evangélicos vs a dos espíritas. Quem é espírita, por convicção, sabe que são dois níveis de compreensão muito distantes um do outro. Um espírita querer debater com um evangélico e esperar que ele entenda sua linha de raciocínio é o mesmo que um PHD querer explicar uma teoria para um aluno da primeira série do primário. Não sei porque tem espírita que ainda perde tempo com esse tipo de debate.

    • wallysouNo Gravatar disse:

      1. eu tb não sei… alguém apontou uma arma na sua cabeça e te obrigou a ler?

      2. se vc se acha tão superior (isso se chama self-selling, caso não saiba), pq não apresenta seus argumentos? eu não tenho nível intelectual suficiente para compreendê-los [ironia on/], mas alguns leitores duvidosos pode ser que tenham, e vc vai perder essa chance de se mostrar pra eles? vc não mostra pq não quer (preguiça, talvez?) ou pq não tem (desonestidade intelectual por dizer que tem sem efetivamente ter)?

      se é pq não quer, já mostra como é um mau representante do espiritismo, pq se as boas obras é que salvam, vc está fazendo uma péssima obra deixando as pessoas continuarem sendo enganadas por tipos desprezíveis e arrogantes como eu.

      de fato, se o espiritismo for verdade, vc é uma vergonha para ele e, entre vc e o Alberto como representantes do espiritismo, o Alberto pelo menos é decente para argumentar e debater, decência que lhe falta, pcpmente no respeito aos q divergem de vc.

      ps. me chamar de burro e ignorante não te fez um Einstein, viu \”sabichão\”? qq pessoa, minimante inteligente, vai verificar que meus argumentos não são \’primários\’. Já os seus…

      ps². obg por trazer novamente o post à relevância, e atrair mais pessoas para o debate e que, certamente, vai trazer mais pessoas à luz.

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