Ele foi assaltado e reagiu… desfecho inesperado

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(clique que amplia)

Por Wallace Sousa, do Blog Desafiando Limites

Ele foi assaltado e reagiu… desfecho inesperado

Ontem, na igreja, ouvi um belo testemunho de um adolescente bem crente, cujo nome é Tagore. É um rapaz de oração, fiel e temente a Deus, e tem testemunho de pessoas próximas que confirmam isso. Eu pedi permissão e ele concordou em que fosse publicado aqui no blog Desafiando Limites. O caso aconteceu mais ou menos assim (Tagore, seu eu errei algum detalhe, me corrija, ok?):

Ele esteve em uma das reuniões de oração e pediu que Deus lhe desse ousadia para testemunhar de Seu amor (#loucura, mas fazer o quê né…). Mas, ele é assim mesmo: ousado em demonstrar sua fé em Cristo, e eu o admiro por isso. Pois bem, ele estava no supermercado Wallmart de Águas Claras (também conhecida por Águas Barrentas, quando chove… risos), e foi andando a pé (claro que foi a pé, com as mãos é que não foi né, Wallace!). E, para chegar ao seu destinho, precisou passar ao lado de um prédio que está semiconstruído, mas abandonado.

Ao passar perto desse local, 3 rapazes vieram ao seu encontro e o assaltaram. Ele entregou seu celular, relógio e carteira. Mas, quando eles estavam indo embora, ele os chamou e disse que queria falar algo para eles (#doido de pedra), e era sobre Jesus. Eles voltaram e perguntaram se era só pra falar de Jesus mesmo. Ele disse que sim, e eles ficaram ouvindo. Dois deles confessaram que estavam desviados da igreja, um deles inclusive da mesma igreja que o Tagore (Assembléia de Deus). E o Tagore falou sobre o amor do Senhor por eles, e que eles poderiam se voltar para Deus que havia esperança para eles.

No decorrer da conversa, eles ouviram atentamente o que o Tagore transmitiu a eles e, tocados pela mensagem, agradeceram as palavras e acabaram devolvendo os pertences que haviam pego dele (#aleluia!). É muito gratificante saber que o Senhor ainda tem pessoas com quem pode contar para testemunhar de Seu amor, mesmo nas circunstâncias mais adversas ou impróprias.

Mas, esse testemunho do Tagore não é o único que eu conheço, não senhor. Mesmo antes de me converter, conheci um rapaz crente em Natal, que foi um dos primeiros a me levar para conhecer e participar de cultos evangélicos. O nome dele era Alexandre, trabalhava na empresa Whyeth (fármacos) e depois se mudou para João Pessoa/PB (John People, para os íntimos) e perdemos o contato. Ele contou que, certa vez, os jovens da igreja foram fazer um lual. Pause: não sabe o que é lual? OH MY GOD! Calma, vou explicar:

Lual, no nordeste, especificamente em Natal, era uma reunião informal na praia, em noites de lua (cheia), em que se acendia uma fogueira (às vezes, quando fazia frio) e ficavam tocando violão, cantando, etc. Adicione o elemento gospel, ou seja, entram hinos evangélicos e saem bebidas e outras algazarras e está feita a festa (risos)!

lua-violao-fogueira

Bem, eles estavam no meio do lual, tarde da noite, cantando e louvando a Deus, e eis que chegam elementos periculosos e armados (um deles tinha uma escopeta, calibre 12), para fazer o famoso “limpa” na galera do louvoral (louvor + lual). Depois de “raparem geral” bolsas, relógios e carteiras (celular ainda não havia sido lançado… risos), estvam se preparando para irem embora, quando o Alexandre disse ao líder da gang: “Jesus te ama e tem um plano em sua vida”! Como ele escutou a pregação e não esboçou violência, continuaram a pregar para eles.

Daí a pegarem o violão e começarem a cantar foi um pulo. De vez em quando o meliante pedia pra cantarem um hino novamente e enxugava discretamente uma lágrima enquanto relaxava o dedo no gatilho (#TENSO). Mas, o louvor foi quebrando aqueles corações duros e empedernidos até que começaram a devolver os pertences aos jovens. Só não devolveu o relógio do meu amigo Alexandre! Eu desconfio que foi porque o bandidão gostou dele (foi com a cara do Alexandre) e quis ficar de lembrança…

8-)

Tá, confesso, não deixou de ser engraçado né? Principalmente porque eu não estava lá na hora, e só ouvi a história bem depois (risos). E me lembro também do caso do filho do meu casal de amigos de Cuiabá (Edmilson e Beth), em que seu filho voltava para casa à noite, numa rua próxima ao Shopping 3 Américas, quando um rapaz se aproximou dele e perguntou se ele queria comprar um tênis. Depois perguntou se ele queria comprar droga e, finalmente, se ele queria comprar uma arma. Era um tipo de senha “passa o tênis” e “estou armado”.

O rapaz, quase apavorado, encontrou forças para falar de Jesus para aquele rapaz semidrogado até o ponto em que o rapaz disse para ele: “ah, você é crente…”. Então deixou ele ir embora, sem lhe fazer mal e ainda disse: “gostei de você, gostei do seu jeito”. Ele chegou em casa assustado, mas são e salvo ou seria SÃO por que já era SALVO?

Ah, se eu fosse contar todas as experiências que me contaram sobre testemunhos de pregação, em que Deus reverteu quadros e mudou situações, iria escrever um livro (só uma pitada de exagero… risos). Existem até vídeos de balconistas que foram assaltadas e pregaram para o bandido e ele se desculpou e saiu da loja sem levar nada. 

Todavia, acredito que essas histórias abençoaram você, não é mesmo? Se sim, avalie, compartilhe e também comente, se conhece alguma história semelhante. Queremos ouvir você.

Ah, só não deixe para pregar só quando for assaltado hein! Pregue antes e a tempo e fora de tempo, não espere ser assaltado para pregar… #fica-a-dica

=)

Isso é que é desafiar limites!

 

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Wallace

Just another little servant of the Lord Jesus Christ. Apenas mais um pequeno servo do Senhor Jesus Cristo. Editor do blog Desafiando Limites (http://wallysou.com). Crítico do cristianismo evangélico da prosperidade e pensador cristão amador.

Website: http://wallysou.com/

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10 Comentários

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  3. Gabriel

    Louvado seja Deus. Ele é fiel!

  4. Pingback: Testemunho de conversão de adolescente

  5. Edioney

    Maravilhoso testemunho e além disso muito esclarecedor, não sabia o que era luau oh my god!!! Aqui em Minas Gerais não temos praia por isso não da pra fazer luau. mas direpente podemos fazer um lovoral no monte aqui perto, lá da ate pra ser assaltado. O irmão me corija se eu estiver errado isto e o tomar a cruz. E mesmo em face da morte não deixaram de pregar a palavra. Obrigado jovem Walli por essa benção que é este blog!!!

    • heheheh

      obg, Edi, pelos comentários.

      que o Senhor continue abençoando sua vida de forma poderosa.

      gde abço,

      apz.

  6. Como é lindo ouvir experiências assim.. graças a Deus quando tive a minha nem cheguei a ser "assaltada"…. foi "apenas" uma troca de tiros em Vitória-ES em um banco, e eu estava na loja ao lado com a minha prima.
    Engraçado, que na noite anterior, tinha assistido a um culto do Pastor Hernandes sobre Josué 1:9 com o tema: " a importância de se revestir do Poder de Deus todas as manhãs".
    Nesse dia, eu tinha feito uma oração diferente ao acordar…. e tive a CERTEZA que precisamos MESMO estar revestidos diariamente.
    Aconteceu, que os assaltantes pareciam querer entrar na loja… eu fiquei clamando e intercedendo em voz alta… até os " não cristãos" que estavam lá diziam AMÉM, E AMÉM…rsrs….! Era barulho de tiro para tudo quanto é lado… os vidros blindados do banco tinham se quebrado….
    não tenho dúvida que foi a mão de DEUS que não deixou os assaltantes entrarem na loja.. eu pude ver os anjos do Senhor guardando aquela porta. Acredito que a intenção deles era entrar na loja e pegar pessoas de refém se escoltando (pois era do lado do banco).
    Uma experiência que nunca vou esquecer… Glória a Deus a autoridade do Espirito Santo "botou" os ladrões p/ correr. rsrs

    • Muito interessante sua experiência, Raissa. Não deixou de ser, em parte, engraçada também… risos

  7. Anderson

    Gostei :) +1 Só não tenho essa coragem toda :)
    Seu último comentário me lembrou o versículo:

    "…pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina. " 2 Timóteo 4:2

    Espero não precisar ser assaltado pra isso :) Abraço.

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