faca-churrascoGrande foi o livramento que Deus me deu ontem

Ontem, no horário do almoço, aconteceu algo que, na hora, nem dei muita atenção. Porém, em casa, refletindo melhor e analisando a situação, pude compreender a extensão da bênção e do livramento que Deus me deu.

Foi assim: era uma vez… ops, errei a introdução. Peraí, vou começar de novo :)

Foi assim, deu o horário de almoço, saí da minha sala e me dirigi ao quiosque de comida nordestina caseira onde costumeiramente faço minhas calóricas refeições recheadas de carne assada na brasa… risos

Como de costume, pedi ao Roger, o churrasqueiro, para saber o que tinha pro dia. Era praticamente o mesmo cardápio de sempre, que não me canso de perguntar: contra-filé, alcatra, coração de galinha, costelinha de porco, além das linguiças de frango e porco.

Então, pedi o trivial: contra-filé e alcatra cortados em fatias finas. Naquele momento, o ‘pegador’ de carne estava ao lado da tábua onde as carnes eram cortadas, por isso estendi a mão para pegá-lo, no exato momento em que o Roger levou a faca para cortar a carne. Mas, como minha mão estava no caminho, ele espetou minha mão em vez de fatiar a carne.  :O

Instintivamente, ao perceber o encontro não-intencional e incontornável entre a faca e minha mão, ampliado pela dor da cutelada, recuei o braço o mais rápido que pude, enquanto já me preparava para ver o tamanho do estrago em minha pobre destra.

Entretanto, para minha surpresa, quase não havia sinal de corte, apesar de eu ter sentido o fio da lâmina adentrar minha pele. Se não fosse pela dor, eu teria dificuldades para dizer onde a faca havia atingido a mão. Após alguns segundos, uma pequena mancha de sangue me orientava com exatidão o local do fatídico, porém praticamente inofensivo, incidente. Graças a Deus.

Passei o restante do dia quase sem me importar com isso, exceto porque, de vez em quando, o local coçava ou doía levemente. Nada de mais ou de qualquer gravidade, porém.

À noite, quando me lembrei e contei para minha esposa, percebi que o livramento foi muito maior do que eu pensava, saiba porquê. Eu tenho um vaso estufado na palma da mão, vaso esse que, muitas vezes, fica sobressaltado, estufado e dói horrores. Até parece que o sangue vai esguichar feito a teia do Homem-Aranha. É sério.

Então, se a faca não tivesse resvalado no dedo médio (o fura-bolo) e acertado aquela pele membranosa e grossa que liga o polegar ao indicador, e tivesse acertado a palma da mão, o estrago teria sido feito. E feio. O sangue ia dar no “mêi da canela” (meio da canela). Pense numa tribulação grande que seria.

E hoje, quando fui almoçar de novo, conversando com o Roger e mostrando a palma da mão, percebi outra coisa ainda mais grave: ele sempre usa duas facas para cortar a carne do churrasco, uma peixeira curva desgastada de tanto amolar, quase sem ponta e outra faca de açougueiro, parecida com aquela da imagem que abre o post.

Hoje – ontem, na verdade, ele cortou a carne com ela, com a mão direita, e a faca sem ponta, na mão esquerda. Mas, no dia em que espetou minha mão, as facas estavam trocadas de mão. Se ele tivesse com a faca de corte na mão direita no dia do incidente, nem sei o que poderia ter acontecido, mas uma coisa era certa: eu estaria hoje com a mão enfaixada e com muitos pontos nela.

Jesus, muito obrigado pelo livramento, Senhor!

E você, tem algum testemunho de algum livramento que Deus lhe deu? Conta pra gente aí nos comentários.

Abraços!

 

Que tal receber um aviso quando sair algo novo e interessante no blog?

Cadastre seu email e receba artigos que vão abençoar seu dia!