22 de Maio – Meu Deus trabalha

22 de Maio – Meu Deus trabalha

    Ele trabalha. (Sl 37.5.) (Tradução de Young)

A tradução de Young, do versículo: “Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nele, e o mais ele fará”, diz: “Deixa rolar sobre Jeová o teu caminho, confia nele, e ele trabalha.”

A tradução chama a nossa atenção para a imediata ação de Deus quando verdadeiramente entregamos, ou fazemos rolar das nossas mãos para as dEle, o fardo, seja ele qual for: o sofrimento, a dificuldade, as necessidades materiais, ou a ansiedade pela conversão de algum ente querido.

“Ele trabalha.” Quando? Agora. É tão fácil adiarmos o momento de crer que Ele toma nas mãos imediatamente o que Lhe confiamos, e que Ele toma para Si executar aquilo que Lhe entregamos — em vez de afirmarmos no ato da entrega: “Ele trabalha”, “Ele trabalha” agora mesmo; e o louvarmos por ser assim.

A nossa atitude de expectativa e confiança libera a operação do Espírito Santo no problema que Lhe entregamos. A questão fica fora do nosso alcance. Deixamos de tentar resolvê-la. “Ele trabalha!”

Este fato deve confortar-nos; não precisamos mais nos preocupar, quando a questão já foi entregue em Suas mãos. Oh, que alívio isso nos traz! Ele está realmente operando naquela dificuldade.

Mas, talvez alguém diga: “Eu não vejo os resultados.” Não faz mal. Se entregamos o assunto a Ele e olhamos para Jesus esperando que Ele opere, “Ele trabalha”. A fé pode ser provada, mas “Ele trabalha”; a Palavra é segura. V. H. F.

“Clamarei ao Deus altíssimo, ao Deus que por mim tudo executa.” (Sl 57.2.)

Uma tradução antiga diz: “Ele executará o que eu tenho pela frente.” Esta expressão torna o verso bem significativo para nós. Exatamente aquilo que “eu tenho pela frente” — as dificuldades que encontro no meu dia de trabalho: aquele assunto que não sou capaz de resolver, ou a responsabilidade que assumi sem avaliar bem as minhas limitações — isto é o que posso pedir que Ele faça “para mim”, e então descansar, seguro de que Ele o fará.

“Os sábios, e os seus feitos estão nas mãos de Deus.” — Havergal

O Senhor cumprirá até o fim os compromissos assumidos nas promessas que nos faz. O que quer que Ele tome nas mãos, Ele executará; assim, as misericórdias passadas são garantias para o futuro, e são razões verdadeiras para continuarmos a clamar a Ele. — C. H. Spurgeon

Este post faz parte de uma série de postagens devocionais que pretendo por em prática este ano, para abençoar meus leitores. Texto retirado de Mananciais no Deserto, de Lettie Cowman, Editora Betânia. Infelizmente, esgotado. Mas você pode ler uma versão online aqui, no GDrive.

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21 de Maio – Aprendendo na calada da noite

21 de Maio – Aprendendo na calada da noite

    De noite à lembrança o meu cântico. (Sl 77.6.)

Li em algum lugar, de um passarinho que não canta o que o dono deseja, se a sua gaiola estiver em plena claridade. Aprende um trechinho disto, outro daquilo, mas nunca uma melodia inteira, até que a gaiola seja coberta e impedidos ali os raios da manhã.

Muitas pessoas nunca aprendem a cantar, até que as sombras caiam sobre a sua vida. O lendário rouxinol canta comprimindo o peito contra um espinho. O cântico dos anjos foi ouvido à noite. Foi à meia-noite que veio o grito: “Aí vem o esposo, saí-lhe ao encontro.”

É realmente difícil acreditar que alguém possa conhecer como o amor de Deus é rico e completo para satisfazer e consolar, se o céu da sua vida nunca se escureceu.

A luz surge nas trevas, a manhã surge do seio da noite.

Numa de suas cartas, James Creelman descreve sua viagem através dos estados dos Bálcans à procura de Natalie, a rainha exilada da Sérbia.

“Nessa memorável viagem”, diz ele, “fiquei sabendo que o suprimento de essência de rosas para o mundo vem das montanhas dos Bálcans. E o que mais me interessou”, continua ele, “é que as rosas precisam ser colhidas nas horas mais escuras. Os colhedores começam a apanhá-las à uma da madrugada e param às duas.

“A princípio pareceu-me uma refinada superstição; mas investiguei o pitoresco mistério e aprendi que testes científicos haviam provado que na realidade quarenta por cento da fragrância das rosas desaparecia com a luz do dia.”

E na vida e cultura do homem isto não é um conceito imaginoso ou fantasioso; é um fato. — Malcolm J. McLeod

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20 de Maio – Bebendo o cálice amargo

20 de Maio – Bebendo o cálice amargo

    Não beberei eu o cálice que o Pai me deu? (Jo 18.11.)

Deus gasta muito mais tempo conosco, e tem muito mais interesse por nós, do que o artista para com sua obra, pois Ele quer trazer-nos, através de vários sofrimentos e muitas circunstâncias adversas, à forma que aos Seus olhos é a mais elevada e nobre — e isto se apenas recebermos de Suas mãos a mirra, com um espírito reto.

Mas se rejeitamos o cálice e escondemos os sentimentos errados não os trazemos à cura, o dano que fazemos a nós mesmos é irreparável. Pois ninguém é capaz de sondar com que desvelo de amor Deus nos dá a mirra a beber; no entanto, isto que deveríamos receber para o nosso próprio bem, muitas vezes deixamos passar de nós, num cochilo indiferente; e nada obtemos dali.

Então chegamos e nos queixamos: “Ah, Senhor, estou tão seco, e tudo é escuro dentro de mim.” Eu lhe digo, amado filho de Deus: abra o seu coração à dor, e ela lhe fará mais bem do que se você estivesse cheio de emoções e devoção. — Tauler

Você está passando por algum tipo de amargura, desilusão e decepção? Então leia:

Cuidado com o excesso de estrume em sua vida!

Tenha cuidado ao regar seus sonhos!

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19 de Maio – Respostas rápidas para a oração

19 de Maio – Respostas rápidas para a oração

    E sucedeu que, antes que ele acabasse de falar … E disse: Bendito seja o Senhor que não retirou a sua benignidade e a sua verdade de meu senhor. (Gn 24.15,27.)

Toda oração correta é respondida antes já de ser terminada — antes que acabemos de falar. Isto porque Deus já nos deu a Sua Palavra de que, tudo o que pedíssemos em nome de Cristo (isto é, em unidade com Cristo e Sua vontade) e com fé, seria feito.

Como a Palavra de Deus não pode falhar, toda vez que são preenchidas aquelas simples condições, a resposta à nossa oração já foi concedida e consumada no céu enquanto oramos, embora a manifestação na terra possa ocorrer tempos depois.

Por isso, devemos terminar cada oração com louvor a Deus pela resposta que Ele já deu; Ele nunca Se esquece de Sua benignidade e verdade. (V. Dn 9.20-27 e 10.12.) — Messages for the Morning Watch

Quando cremos que uma bênção nos foi concedida no céu, devemos ter uma atitude de fé, e começar a agir e orar como já tendo a bênção. Devemos tratar com Deus como tendo Ele já nos atendido, descansando nEle todo o nosso fardo, sabendo que a bênção já é nossa, e virá. Esta é a atitude de confiança.

Quando uma moça se casa, ela passa imediatamente para um novo estado e age de acordo com a sua nova situação; e assim, quando tomamos a Cristo como nosso Salvador, como nosso Santificador, como Aquele que nos sara, ou como nosso Libertador, Ele espera que entremos na atitude de reconhecê-lO como tal, especificamente, e que esperemos dEle aquilo que cremos que Ele é para nós. — Selecionado

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18 de Maio – Quando a luta é acima de nossas forças

18 de Maio – Quando a luta é acima de nossas forças

    … foi acima das nossas forças, a ponto de desesperar mos até da própria vida. Contudo, já em nós mesmos tivemos a sentença de morte, para que não confiemos em nos, e, sim, no Deus que ressuscita os mortos. (2 Co 1.8,9.)

A pressão dos lugares difíceis faz-nos dar valor à vida. Toda vez que nos volta a alegria da vida depois de uma grande aflição, é como um novo começo; conhecemos melhor quanto ela vale e aprendemos a aplicá-la melhor para Deus e o homem. A pressão ajuda-nos a entender as provações dos outros e prepara-nos para ajudá-los e compreendê-los melhor.

Há pessoas superficiais que lançam mão levianamente de uma doutrina ou de uma promessa e falam com leviandade da falta de confiança dos que recuam ante as aflições; mas aquele que já sofreu muito, não faz isto; ele possui brandura e suavidade, e sabe o que significa sofrer.

As duras provas e as situações difíceis são necessárias para nos impelir para a frente, assim como a fornalha no porão do grande navio, a qual produz a energia que move o pistão, que impulsiona o motor e que impele a poderosa embarcação através dos mares, arrostando os ventos e as ondas. — A. B. Simpson

Faz-me terno o coração,

Como o Teu, Senhor,

Pra sentir com o meu irmão;

Compreender-lhe a dor.

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17 de Maio – Uma pausa na apressada fuga… OMG

17 de Maio – Uma pausa na apressada fuga… OMG

    E, completados quarenta anos, apareceu-lhe o anjo do Senhor… dizendo: …Agora, pois, vem, e enviar-te-ei ao Egito. (At 7.30-34.)

Muitas vezes o Senhor nos chama de parte por um tempo, tirando-nos do nosso trabalho, e nos manda ficar quietos e aprender, antes de sairmos outra vez para ministrar. Não há tempo perdido nessas horas de espera.

Em dias antigos, um cavaleiro em fuga notou que a ferradura de seu cavalo estava precisando de conserto. A prudência parecia impulsioná-lo a prosseguir na carreira, mas a sabedoria recomendava-lhe que parasse por uns momentos numa forja e reparasse a ferradura.

Assim, embora ouvisse o galopar dos inimigos no seu encalço, ele parou por uns minutos, até que o casco do animal estivesse em ordem. A seguir, saltando para a sela quando os inimigos já se viam a cem metros, lançou-se dali com a rapidez do vento — e viu que sua parada havia apressado a sua fuga.

*meu comentário: que fantástico exemplo e ilustração para nossas vidas, concorda?

Tantas vezes Deus nos manda parar e refazer as forças, antes de prosseguirmos para o próximo passo da jornada e do trabalho. — Days of Heaven upon Earth

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16 de Maio – Oposição na oração

16 de Maio – Oposição na oração

    Não temas, Daniel, porque desde o primeiro dia, em que aplicaste o coração a compreender e a humilhar-te perante o teu Deus, foram ouvidas as tuas palavras; e por causa das tuas palavras é que eu vim. Mas o príncipe do reino da Pérsia me resistiu por vinte e um dias. (Dn 10.12, 13.)

Aprendemos aqui uma grande lição a respeito da oração, quando observamos um impedimento direto de Satanás.

Daniel havia orado e jejuado durante vinte e um dias, e passou por uma dura prova de fé. À medida que lemos a narrativa, vemos que isto aconteceu, não porque Daniel não fosse um homem bom ou porque seu pedido não fosse justo, mas por causa de um ataque de Satanás.

No momento em que Daniel começou a orar, o Senhor enviou um mensageiro para dizer-lhe que a sua oração fora respondida; mas um anjo maligno se opôs ao anjo de Deus e lutou contra ele, impedindo-o. Houve um conflito nos ares; e Daniel pareceu atravessar na terra uma agonia semelhante à que estava ocorrendo no céu.

“Porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e, sim, contra os principados e potestades,… contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes.” (Ef 6.12.)

Satanás atrasou a resposta por três semanas. Daniel quase sucumbiu, e Satanás ter-se-ia alegrado em matá-lo; mas Deus não nos deixa vir nada além do que possamos suportar (1 Co 10.13).

Muitas orações dos crentes são impedidas por Satanás; mas não precisamos temer quando isso acontecer; pois depois de algum tempo elas serão como uma inundação, e não só impelirão a resposta, como trarão alguma bênção nova, em acompanhamento. — Sermon

O inferno ataca aos santos de Deus o quanto pode. Os melhores crentes têm sido provados com as mais altas pressões e temperaturas, mas o Senhor não os desamparará. — W. L. Watkinson

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