4 de Março – Imitando os heróis da fé

4 de Março – Imitando os heróis da fé

Imitadores dos que pela fé e paciência herdam as promessas. (Hb 6.12.)

Eles (os heróis da fé) do alto posto que conquistaram, nos fazem um apelo e dizem que, o que o homem fez uma vez, pode fazer de novo. Não apenas nos lembram a necessidade de fé, mas também daquela paciência pela qual a fé tem a sua obra completada. Temamos retirar-nos das mãos do nosso Guia ou perder uma só lição da Sua amável disciplina, por desânimo ou dúvida.

“Só há uma coisa que eu temo,” dizia um ferreiro, “e é ser lançado na pilha de ferro velho. “Quando vou temperar uma peça de aço, primeiro a aqueço bem, depois a golpeio, então, rapidamente mergulho-a neste balde de água fria. Logo vejo se vai agüentar a tempera ou não. Quando descubro, após uma ou duas provas, que aquele aço não vai aceitar a têmpera, jogo-o na pilha de ferro velho e vendo-o por qualquer bagatela.

“Assim também eu vejo que Deus me prova com fogo, e água, e severos golpes do Seu pesado martelo; e se não estou disposto a passar pela prova, ou não sou achado adequado para receber a Sua têmpera, receio que me lance na pilha de ferro velho.” Quando o fogo estiver mais quente, guarde calma, pois haverá um abençoado “depois”; e poderemos dizer como Jó: “Provando-me ele, sairei como o ouro” — Selecionado

É do sofrimento que brota uma vida santa. São necessárias onze toneladas de pressão para afinar-se um piano. Deus afinará a nossa vida segundo o diapasão celeste, se nós suportarmos o processo.

Sim, Senhor, bendito és.

Faze o que Te aprouver.

És todo-sábio,

E és meu Deus; és meu Pai;

Meu Redentor.

Faze o que Te aprouver

E como Te aprouver.

Em Tuas mãos estou, Senhor!

Este post faz parte de uma série de postagens devocionais que pretendo por em prática este ano, para abençoar meus leitores. Texto retirado de Mananciais no Deserto, de Lettie Cowman, Editora Betânia. Infelizmente, esgotado. Mas você pode ler uma versão online aqui, no GDrive.

Divulgação do blog Desafiando Limites.

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3 de Março – Jesus vai dar um “sacode” no diabo, pode crer

3 de Março – Jesus vai dar um “sacode” no diabo, pode crer

E ele, clamando, e agitando-o muito, saiu. (Mc 9.26.)

O mal nunca se rende sem feroz luta e resistência. Não alcançamos nenhuma vitória entre os divertimentos agradáveis de um piquenique, mas sempre nas duras disputas do campo de batalha. É assim que acontece no campo espiritual. Em cada área da nossa vida só alcançamos a liberdade a preço de sangue.

O adversá rio não é posto em fuga por meio de uma delicada solicitação; ele está presente em todo o caminho; e cada passo avante será marcado com sofrimento. Não podemos esquecer-nos disto, ou iremos acrescentar aos outros fardos da vida a amargura causada por uma interpretação errônea.

Não nascemos de novo em berçários macios e protegidos, mas em campo aberto, onde precisamos tirar forças do próprio furor da tempestade: “Por muita tribulação nos importa entrar no reino de Deus.” — Dr. J. H. Jowett

 

Senhor Jesus, meu fiel Amigo,

Meu Salvador, fica comigo;

Porque já é tarde, a noite desce…

E tudo muda, tudo perece;

A luta cresce e o mal aumenta!

Minha alma frágil só não agüenta!

Faze-Te perto, fica comigo,

Meu salvador!

Eis que estou convosco todos os dias. (Mt 28.20.)

Observação: “sacode” é uma força de expressão que quer dizer levar uma sacudida, um puxão de orelhas ou um forte chamada de atenção, uma bronca.

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2 de Março – Começando bem ao raiar do dia

2 de Março – Começando bem ao raiar do dia

Prepara-te para amanhã, para que subas…, e ali te apresenta a mim no cume do monte. Ninguém suba contigo. (Êx 34.2, 3.)

O momento matinal com Deus é essencial. Não podemos encarar o dia sem ter olhado para Deus, nem ter contato com outros, sem primeiro ter estado em contato com Deus.

Não podemos esperar vitória, se começamos o dia na nossa própria força. Enfrentemos o trabalho de cada dia sentindo a influência de alguns momentos tranqüilos com o coração diante de Deus. Não entremos em contato com ninguém, mesmo os de casa, sem ter primeiro conversado com o grande hóspede e companheiro de nossa vida — Jesus Cristo.

Conversemos a sós com Ele regularmente. Conversemos a sós com Ele diante da Bíblia, e enfrentemos os deveres habituais e não habituais de cada dia, tendo a influência dEle a controlar cada um de nossos atos.

Tens hoje muito que fazer, talvez;

Fala com Deus, primeiro.

As coisas mudam tanto de figura

Quando encaradas lá,

A sós com Deus.

Familiariza-O com esses teus assuntos;

Derrama ali o cuidado que te trazem;

Procura ver a mente do Senhor.

 

Toma as promessas que nos fez, tão grandes;

De que ouve as orações;

De que trabalha

Para quem nEle espera;

Que lancemos

Sobre Ele as ansiedades,

Que Ele cuida de nós; e tantas outras!

E usa-as no teu viver.

Sim, vale a pena,

Antes de pôr a mão nos afazeres,

Primeiro irmos falar a sós com Deus.

 

Os homens que mais trabalharam para Deus neste mundo foram os que passaram mais tempo de joelhos.

Mathew Henry costumava ir para o escritório às quatro da manhã e ali ficava até as oito; então, depois do café e da oração em família, ali ficava outra vez até meio-dia; depois do almoço retomava os livros ou a pena até as quatro; e o resto do dia passava em visita aos amigos.

Doddridge, o autor de “Family Expositor”, refere-se à existência dessa sua obra como uma prova da diferença entre levantar-se às cinco e às sete, que, em quarenta anos, é equivalente a mais dez anos de vida.

O “Comentário” de Adam Clark foi preparado principalmente nas primeiras horas da manhã.

O tão conhecido e útil “Comentário” de Barnes foi também fruto “das primeiras horas do dia”.

Simeon, o autor de “Notas” (Sketches), preparou-as, na maior parte, entre as quatro e as oito da manhã.

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1° de Março – Se Deus fez assim, por que querer desfazer a obra que Ele fez?

1° de Março – Se Deus fez assim, por que querer desfazer a obra que Ele fez?

Atenta para a obra de Deus porque quem poderá endireitar o que ele fez torto? (Ec 7.13.)

Muitas vezes Deus parece colocar Seus filhos em situações de grande dificuldade, conduzindo-os a um caminho estreito de onde não há saída; criando uma situação que a razão humana nunca permitiria, se fosse previamente consultada. No entanto, é a própria nuvem de Deus que os conduz a esse lugar (Nm 9.17). Agora mesmo podemos estar envolvidos nessa nuvem.

O assunto parece ser bastante sério e suficiente para deixar-nos perplexos; mas está perfeitamente certo. Depois o livramento justificará plenamente Aquele que nos levou ali. Servirá como que de palco, onde o Senhor mostrará Sua graça e poder.

E Ele não somente nos dará o livramento, como, ao fazê-lo, nos dará também uma lição da qual jamais nos esqueceremos e da qual nos lembraremos muitas vezes, em dias futuros, com salmos de louvor. Nunca conseguiremos agradecer suficientemente a Deus por haver feito exatamente como fez. — Selecionado

Vi nascer o problema,

E o vi crescendo…

Vi-o tornar-se grande imensurável.

E esmagar-nos a um canto inexorável.

E sem nada entender;

E sem nada poder.

 

— Ó Senhor, que fazer?

A minha alma clamou.

E sofreu, e chorou,

E angustiou-se.

Mas ali, meu Senhor,

Eu Te vi bem de perto;

Conheci o Teu toque

E provei o Teu bálsamo,

Assistência e amor.

… Entender o problema?

Eu não o entendo.

 

Mas vi meu Deus tão grande incomparável!

Vi Seu amor por mim imensurável.

Seu é todo o poder;

Tudo pode fazer;

Tudo pode entender;

E É meu Pai.

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28 de Fevereiro – Sem perder o foco por causa da aflição

28 de Fevereiro – Sem perder o foco por causa da aflição

            Ofereçamos a Deus, sempre, sacrifício de louvor. (Hb 13.15.)

Um missionário chegou certa vez à entrada estreita e escura de um cortiço e, enquanto procurava entrar, tropeçando nos lixos e entulhos, ouviu uma voz que dizia: “Quem está aí, meu bem?” Riscando um fósforo, viu um quadro de sofrimento e pobreza terrena, mas de santa confiança e paz, “talhado em ébano”: com olhos calmos e tocantes, incrustados entre as rugas de um rosto preto e marcado, ali estava a velhinha sobre um catre, no meio de farrapos.

Era uma noite gélida de inverno, e ela não tinha fogo para se aquecer, nem carvão, nem luz. Não jantara, nem almoçara, nem tomara café. Parecia não ter nada, senão reumatismo e fé no Senhor. Ninguém poderia estar tão completamente exilado de circunstâncias agradáveis, no entanto, o cântico favorito desta velha criatura dizia assim:

Meu sofrimento ninguém vê

Ninguém, senão Jesus.

Meu sofrimento ninguém vê

 Gloria, aleluia!

Há vez que estou lá em cima;

Há vez que estou lá em baixo;

 Às vezes, bem lá em baixo, rente ao pó…

Às vezes brilha luz ao meu redor

Glória, aleluia!

E assim prosseguia: “O meu trabalho ninguém vê”, “O meu problema ninguém vê”, com o coro sempre repetindo: “Glória, aleluia!” E a última estrofe dizia:

            Minha alegria ninguém vê,

            Ninguém, senão Jesus!

“Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados; perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos.” Somente com palavras bíblicas podemos descrever o ânimo daquela velhinha de cor.

Vejamos Lutero em seu leito de enfermidade. Entre gemidos, ele conseguiu pregar nestes termos: “Estas dores e aflições são como os tipos que os impressores assentam. Como estão agora, temos que os ler de trás para diante, e parecem sem sentido; mas lá em cima, quando o Senhor Deus nos colocar na vida futura, descobriremos que eles formam uma escrita magnífica.”

Mas embora esteja de trás para diante, podemos começar a ler a escrita já aqui! Lembremo-nos de Paulo, andando pelo convés do navio em meio ao temporal, e confortando a tripulação: “Tende bom ânimo”. Paulo, Lutero e a velhinha de cor são como girassóis, olhando sempre para o lado luminoso, olhando para a face de Deus. — Wm. C. Barnett

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27 de Fevereiro – A solidão nos leva à presença divina

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27 de Fevereiro – A solidão nos leva à presença divina

            Jacó porém ficou só; e lutou com ele um varão, até que a alva subia. (Gn 32.24.)

Ficou só! Que sensações variadas essas palavras trazem a cada um de nós. A alguns elas falam de solidão e tristeza, a outros, de repouso e silêncio. Ficar a sós sem Deus seria terrível demais, mas ficar a sós com Deus é um antegozo do céu. Se os crentes passassem mais tempo a sós com Ele, teríamos outra vez gigantes na fé.

O Mestre colocou diante de nós um exemplo. Observemos quantas vezes Ele ficava a sós com Deus; havia uma razão muito forte para Ele nos dar este mandamento: “Mas tu, quando orares, entra no teu aposento, e, fechando a tua porta, ora”.

Os maiores milagres de Elias e Eliseu tiveram lugar quando eles estavam a sós com Deus. Foi a sós com Deus que Jacó tornou-se um príncipe, e é ali também que nós podemos tornar-nos príncipes — “homens (e mulheres!) portentosos” (Zc 3.8).

Josué estava só quando o Senhor veio a ele (Js 1.1). Gideão e Jefté estavam sós quando comissionados para salvar Israel (Jz 6.11 e 11.29). Moisés estava a sós junto à sarça no deserto (êx 3.1-50). Cornélio estava orando a sós quando o anjo lhe veio (At 10.2). Pedro estava a sós no terraço alto, quando recebeu instruções para ir aos gentios. João Batista estava só no deserto (Lc 1.80); e João, o amado, estava só, em Patmos, quando chegou mais perto de Deus (Ap 1.9).

Ansiemos por estar a sós com Deus. Se negligenciarmos isto, não só nos privaremos de bênçãos, como aos outros também, pois que, quando somos abençoados, levamos bênçãos aos outros. Estar a sós com Deus pode significar ter menos obras a apresentar, mas significará mais profundidade e poder; outro resultado será: “A ninguém viram senão unicamente a Jesus”.

Nunca é demais salientarmos a importância de se estar a sós com Deus.

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26 de Fevereiro – Será que só a graça me basta?

26 de Fevereiro – Será que só a graça me basta?

            A minha graça te basta. (2 Co 12.9.)

Outra noite eu estava dirigindo de volta para casa, depois de um dia pesado de trabalho. Sentia-me cansado e bastante deprimido, quando, de súbito e como um raio, veio-me aquele texto:

“A minha graça te basta”.

Cheguei à casa e procurei-o no original; finalmente ele me veio ao coração desta maneira: “A MINHA graça te basta”; então eu disse: “É claro que basta, Senhor!” E de repente comecei a rir. Até ali eu nunca tinha entendido bem o riso santo de Abraão.

Como a incredulidade me pareceu absurda! Era como se um peixinho, sentindo muita sede, tivesse medo de esgotar a água do rio, se bebesse, e o Pai Tâmisa (para nós o Amazonas) lhe dissesse: “Pode beber, peixinho, minhas águas te bastam”. Ou, como se depois dos sete anos de fartura um ratinho ficasse com medo de morrer de fome, e José lhe dissesse: “Ânimo, ratinho, meus celeiros te bastam”.

Depois imaginei um homem nas alturas de uma soberba montanha, dizendo a si mesmo: “Eu aspiro tantos metros cúbicos de ar por ano, receio esgotar o oxigênio da atmosfera”, e a Terra a responder-lhe: “Pode aspirar à vontade, homem, e encher os pulmões; minha atmosfera te basta”. Ah, irmãos, sejamos crentes que crêem!

Pouca fé bastará para levar-nos ao céu, mas uma grande fé trará o céu até nós. C. H. Spurgeon

A maior necessidade encontra em Cristo o suprimento;

A maior indagação a resposta;

A maior lacuna o preenchimento;

O maior vazio a plenitude de satisfação;

A miséria maior encontra em Cristo a graça!

Há sempre um grande saldo em nosso crédito no banco do céu, esperando os nossos saques de fé. Tire bastante dos recursos de Deus!

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