18 de Abril – Apenas orar, confiar e descansar e nada mais

18 de Abril – Apenas orar, confiar e descansar e nada mais

    E ele o fará. (Sl 37.5.)

    Primeiro eu pensava que, depois de orar, eu devia fazer tudo o que estivesse ao meu alcance para a concretização da resposta. Ele me ensinou um caminho melhor, e mostrou-me que meu esforço próprio sempre atrapalhava a Sua operação; e que quando eu orava e cria definidamente nEle para um determinado fim, Ele queria que eu esperasse em espírito de louvor e só fizesse o que Ele me mandasse. Parece uma coisa tão insegura, simplesmente ficar quieto e não fazer nada, senão confiar no Senhor; às vezes, é tremenda a tentação de tomarmos a batalha em nossas próprias mãos.

    Todos sabemos como é difícil salvar de afogamento uma pessoa que procura ajudar quem a socorre. Assim também, nós impossibilitamos o Senhor de combater os nossos combates, quando insistimos em procurar combatê-los nós mesmos. Não é que Ele não queira, mas não pode. Nossa interferência impede a Sua operação. — C.H.P.

    As forças espirituais não podem operar enquanto as forças terrenas estão em atividade.

    Deus precisa de tempo para responder a orações. Muitas vezes falhamos em dar oportunidade a Deus a este respeito. Leva tempo para Deus colorir uma rosa. Leva tempo para Ele formar um carvalho. Leva tempo para Deus tornar em pão um trigal. Ele toma a terra. Ele a amolece. Ele a enriquece. Ele a umedece com chuvas e orvalho. Ele a aquece com vida. Ele dá a lâmina, a haste, o grão dourado, e então, por fim, o pão para o faminto.

    Tudo isto leva tempo. Por isso nós semeamos, cultivamos, e esperamos, e confiamos, até que seja cumprido o propósito de Deus. Estamos dando uma oportunidade a Ele. A mesma lição se aplica à nossa vida de oração. Deus precisa de tempo para responder à oração. — J. A. M.

Este post faz parte de uma série de postagens devocionais que pretendo por em prática este ano, para abençoar meus leitores. Texto retirado de Mananciais no Deserto, de Lettie Cowman, Editora Betânia. Infelizmente, esgotado. Mas você pode ler uma versão online aqui, no GDrive.

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17 de Abril – A mão de Deus me fez e me criou

17 de Abril – A mão de Deus me fez e me criou

    Qual entre todos estes não sabe que a mão do Senhor fez isto? (Jó 12.8.)

    Há anos achou-se na África um dos mais magníficos diamantes da história. Foi oferecido ao Rei da Inglaterra, para fulgurar na sua coroa. O Rei enviou-o a Amsterdam para ser lapidado, e foi posto nas mãos de um especialista. E o que fez ele?

    Tomou a valiosa gema e fez nela uma marca. Então deu-lhe com seu instrumento um golpe seco. E pronto, lá estava a soberba pedra dividida em dois pedaços! Que imprudência, que desperdício, que descaso criminoso!

    De modo algum. Por dias e semanas aquele golpe havia sido estudado e planejado. Desenhos e modelos haviam sido feitos da pedra. Suas qualidades, seus defeitos, as linhas do corte, tudo havia sido estudado com extremo cuidado. O homem a quem ela estava entregue era um dos mais hábeis lapidários do mundo.

    Então aquele golpe foi um erro? Absolutamente. Foi o clímax do engenho do lapidário. Quando ele desferiu o golpe, fez aquilo que traria a pedra à sua mais perfeita forma, brilho e esplendor. Aquele golpe que parecia arruinar a magnífica preciosidade, era na verdade a sua redenção. Pois daquelas duas metades saíram as duas soberbas gemas que o olho hábil do lapidário enxergou escondidas na pedra bruta que veio da mina.

    Assim, às vezes Deus deixa cair sobre a nossa vida um golpe cortante. O sangue jorra. Os nervos retraem-se. Nossa alma grita em agonia. O golpe nos parece um grande erro. Mas não é. Pois somos para Deus uma jóia preciosíssima. E Ele é o mais hábil lapidário do universo.

    Um dia iremos fulgurar no diadema do Rei. Agora, enquanto estamos na Sua mão, Ele sabe exatamente como lidar conosco. Não recairá sobre nós nenhum golpe que não seja permitido pelo amor, o qual, das suas profundezas, opera bênçãos e enriquecimentos espirituais que nunca vimos nem procuramos. — James H. MacConkey

    Num dos livros de Jorge MacDonald aparece este fragmento de conversa: “Eu imagino por que Deus me fez”, disse o Sr. F. “Estou certo de que não adiantou nada fazer-me!”

    “Talvez não tenha adiantado muito ainda”, disse D., “mas Ele ainda não acabou de fazer você. Ele ainda o está fazendo; e você está questionando o processo.”

    Se os homens apenas cressem que estão no processo de criação, e consentissem em ser feitos — em deixar o Criador moldá-los como o oleiro ao barro, submetendo-se aos movimentos da sua roda — dentro de pouco tempo estariam louvando a Deus pelas vezes que a Sua mão os pressionou, mesmo que lhes tivesse causado dor; e por vezes, não seriam apenas capazes de crer, mas reconheceriam o fim que Deus tem em vista, que é trazer um filho à glória.

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16 de Abril – Fé também é obedecer, ainda que sem ver

16 de Abril – Fé também é obedecer, ainda que sem ver

    Pela fé Abraão, quando chamado, obedeceu, afim de ir para um lugar que devia receber por herança. (Hb 11.8.)

    Ele não sabia para onde ia; bastava-lhe saber que ia com Deus. Não era tanto nas promessas que ele se apoiava, mas nAquele que prometera. Não olhava para as dificuldades do que estava à sua frente, mas para o Rei, eterno, imortal, invisível, o único Deus sábio, que havia assumido o compromisso de dirigir o seu caminho e que por certo honraria o Seu próprio nome. Gloriosa fé!

Esta é a tua tarefa e estas são as tuas possibilidades. Devemos nos contentar em sair do porto com as ordens em envelope fechado, tendo toda a confiança na sabedoria do Comandante em chefe; devemos estar prontos a levantar, deixar tudo e seguir a Cristo, pela segurança que possuímos de que o máximo da terra não se pode comparar com o mínimo do céu. — F. B. M.

Não basta partirmos com Deus para uma aventura de fé. Abandonemos qualquer itinerário que a nossa imaginação tenha traçado para a jornada.

    Nada será como esperamos.

Nosso Guia não Se prenderá a caminhos já trilhados. Ele nos guiará por um caminho que jamais sonhamos ver. Ele não conhece temor, e espera que nada temamos enquanto Ele está ao nosso lado.

    “… e saiu, sem saber para onde ia”..

    Porém, Deus o sabia,

    E ele andava com Deus,

    Eu também me entreguei a Deus um dia.

    Vou por onde me guia. Ele É fiel.

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15 de Abril – As aflições servem de combustível para a fé

15 de Abril – As aflições servem de combustível para a fé

    Confio na tua palavra. (Sl 119.42.)

    A nossa fé será mais fraca ou mais forte, exatamente na proporção em que crermos que Deus fará o que disse. A fé nada tem a ver com sentimentos ou impressões, com improbabilidades ou com aparências externas. Se desejarmos ligar as duas coisas — fé e sentimentos, fé e aparência — não estaremos descansando na Palavra de Deus, porque a fé não precisa de coisa alguma desse tipo. A fé descansa na Palavra de Deus. Quando cremos na Sua Palavra, o nosso coração descansa.

    Deus tem prazer em exercitar a nossa fé; porque é bênção para nós, depois porque é bênção para a Igreja, e também para os de fora. Mas nós evitamos o exercício, em vez de o recebermos como um bem. Quando vêm as provas, deveríamos dizer: “Meu Pai Celestial põe nas minhas mãos este cálice de aflição, para que eu possa ter alguma coisa agradável depois.”

    As aflições alimentam a fé.

    Ah, deixemo-nos nas mãos do Pai Celestial! Seu coração tem prazer no bem de Seus filhos. Mas as aflições e dificuldades não são os únicos meios pelos quais a fé é exercitada e aumentada.

    Há a leitura das Escrituras, através da qual podemos conhecer de perto a Deus, como Ele Se revelou na Sua palavra.

    Será que podemos dizer, pelo conhecimento que temos de Deus, que Ele é um Ser realmente desejável? Se não, instemos com Deus para que nos leve a isso, de modo que possamos admirar o Seu coração de amor e bondade, e sejamos capazes de dizer como Ele é bom e como tem prazer em fazer o bem a Seus filhos.

    E quanto mais nos aproximamos desta realidade, mais prontos estamos a descansar em Suas mãos, satisfeitos com tudo o que ele nos reserva. E quando vier a aflição, diremos:

    “Eu vou esperar para ver qual a bênção que Deus trará por meio dela, pois sei que Ele vai fazê-lo.” Assim daremos um testemunho digno diante do mundo e isso servirá para fortalecer a fé de outras pessoas. — George Müller

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14 de Abril – A Trombeta vai soar

14 de Abril – A Trombeta vai soar

    Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e assim estaremos para sempre com o Senhor. (1 Ts 4.16,17.)

Foi “de madrugada, sendo ainda escuro”, que Jesus ressuscitou dos mortos. Não o sol, mas só a estrela da alva brilhava sobre o Seu túmulo, quando se abriu. As sombras da noite ainda não tinham ido embora, os cidadãos de Jerusalém ainda não estavam acordados.

Ainda era noite, hora de sono e escuridão, quando Ele ressurgiu. E a Sua ressurreição não interrompeu o sono da cidade. Assim será — “de madrugada, sendo ainda escuro”, nada brilhando senão a estrela da manhã — que o corpo de Cristo, a Igreja, ressuscitará.

Como Ele, Seus santos despertarão quando os filhos da noite e das trevas estiverem ainda dormindo seu sono de morte. Em seu despertar, a ninguém perturbam. O mundo não ouve a voz que conclama os filhos de Deus.

Como o Senhor os fez repousar, cada um em seu silencioso túmulo qual criança nos braços da mãe, assim também, em igual quietude, em igual suavidade, despertarão eles ao chegar a hora. Vêm a eles as palavras vivificantes: “Despertai e exultai, os que habitais no pó” (Is 26.18).

É nos seus túmulos que entram os primeiros raios da glória. E são eles que bebem dos primeiros albores da manhã, quando nas nuvens do nascente só há ligeiros prenúncios da aurora. São eles que sorvem a fragrância, a quietude, o frescor, a doce solidão, a pureza do alvorecer! Tudo tão cheio de dignidade e de esperança!

Oh que contraste entre estas coisas e a negra noite que atravessaram! Oh que contraste entre tudo isto e o túmulo de onde se levantaram! E enquanto lançam de si o pó que os limitou, deixando atrás a mortalidade, levantando-se em corpos glorificados para encontrar-se com o Senhor nos ares, são iluminados e guiados para cima — através do caminho ainda não trilhado — sobre os raios da Estrela da manhã, a qual, como a estrela de Belém, os conduz à presença do Rei. “O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã.” — Horatius Bonar

    “Vem, Senhor Jesus.”

 Disse um soldado: “Quando eu morrer, não quero toques de silêncio à minha sepultura, mas de despertar, o toque da alvorada, a ordem de levantar.”

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13 de Abril – É no vale que ouvimos melhor a voz de Deus

13 de Abril – É no vale que ouvimos melhor a voz de Deus

    A mão do Senhor veio sobre mim, e ele me disse: Levanta-te, e sai para o vale, onde falarei contigo. (Ez 3.22.)

    Você já ouviu falar em alguém muito usado por Cristo que não tenha tido primeiro um tempo de espera ou não tenha sofrido o transtorno completo de todos os seus planos? Sempre foi assim desde que Paulo foi enviado por três anos aos desertos da Arábia (quando devia estar transbordante da boa-nova), até os nossos dias.

    Você estava ansioso por anunciar a confiança em Cristo, na Síria; então Ele lhe diz: “Eu quero que você mostre o que é confiar em mim, aí onde está, sem esperar pela Síria.”

    A minha experiência foi bem mais simples, mas, em princípio, é a mesma. Quando pensei que a porta estava aberta para eu me lançar no trabalho literário, veio a barreira, e o médico se interpôs, dizendo simplesmente: “Nunca! Ela precisa escolher entre escrever ou viver, não dá para ambos.”

    Isso foi em 1860. Então, em 1869 saí da concha, com o livro: “Ministério do Cântico”, e compreendi a grande sabedoria de Deus em me guardar na sombra por nove anos. Como o amor de Deus não muda, Ele está-nos amando mesmo quando não vemos nem senti mos Seu amor.

Também, Seu amor e Sua sabedoria funcionam juntos, e em todas as situações; Ele sabe melhor o que realmente contribuirá para o amadurecimento e progresso da Sua obra em nós. — Memorials of Frances Ridley Havergal

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12 de Abril – Guiado ao deserto pelo Espírito

12 de Abril – Guiado ao deserto pelo Espírito

    Jesus, cheio do Espírito Santo, voltou do Jordão, e foi guiado pelo mesmo Espírito, ao deserto, durante quarenta dias, sendo tentado pelo diabo. (Lc 4.1,2.)

    Jesus estava cheio do Espírito Santo, e, contudo, foi tentado. Muitas vezes a tentação assalta a um homem, e mais forte ainda, quando ele está mais perto de Deus. Como alguém já disse, “O inimigo alveja alto”. Ele levou um apóstolo a dizer que nem conhecia a Cristo.

    Poucos homens experimentaram tantos conflitos com o diabo, como Martinho Lutero. Por quê? Porque Martinho Lutero ia sacudir o próprio reino do inferno. Ah, e que conflitos experimentou João Bunyan!

    Se um homem está cheio do Espírito de Deus, ele terá grandes conflitos com o tentador. Deus permite a tentação porque ela nos faz o que as tempestades fazem aos carvalhos — ela nos enraíza; e o que o fogo faz nas pinturas em porcelana — ele as fixa.

    Nunca reconhecemos melhor o quanto estamos presos a Cristo e como Cristo nos tem presos a Ele, como quando o inimigo está usando toda a força para nos atrair e afastar dEle; nessa hora sentimos o puxar da mão de Cristo. — Selecionado

    Não devemos encarar as aflições fora do comum como sendo a punição de algum pecado fora do comum; às vezes elas vêm para pôr à prova graças fora do comum. Deus tem muitos instrumentos cortantes e lixas ásperas para o polimento de Suas jóias; e aqueles que Ele particularmente ama e deseja tornar bem resplendentes, neles muitas vezes aplica esses instrumentos. — Arcebispo Leighton

    Eu dou meu testemunho de que devo mais ao fogo, ao martelo e à lixa do que a qualquer outro instrumento da oficina do Senhor. Às vezes me pergunto se eu teria jamais aprendido qualquer coisa a não ser por meio da vara. Quando minha aula é no escuro é que eu vejo mais. — C. H. Spurgeon

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