1º de Abril – Eu sei em quem eu posso confiar

1º de Abril – Eu sei em quem eu posso confiar

Eu sei em quem tenho crido. (2 Tm 1.12.)

“Na tempestade”, disse um velho marujo, “só há uma coisa que se pode fazer — uma só: pôr o navio em determinada posição, e conservá-lo nela.”

Crente, é isso que temos que fazer. Às vezes, como Paulo, não vemos nem o sol nem as estrelas, e a tempestade que cai não é pequena. Só há uma coisa a fazer — uma só.

A razão não nos pode ajudar; as experiências passadas não nos trazem luz. Até a oração parece não trazer consolo. Só resta um caminho.

Temos que pôr a alma em determinada posição, e ali ficar.

Temos que estar escorados no Senhor; e venha o que vier — onda ou vento, trovões ou raios, vagalhões ou rochedos perigosos — não importa o quê, nosso lugar é estar atado ao leme, na certeza de que Deus é fiel; de que Ele assumiu um compromisso para conos co em Sua aliança; de que Ele nos tem amor eterno em Cristo Jesus. — Richard Fuller

 

Melhor lugar não há

De pouso e segurança

Que os braços do Senhor.

Eu fico ali;

Espero ali;

Ali me escondo e abrigo;

Eu moro ali.

Pois nEle achei:

Meu Deus,

Meus Pai,

Meu Salvador,

Meu Mestre,

Meu Amigo. – C. M.

Este post faz parte de uma série de postagens devocionais que pretendo por em prática este ano, para abençoar meus leitores. Texto retirado de Mananciais no Deserto, de Lettie Cowman, Editora Betânia. Infelizmente, esgotado. Mas você pode ler uma versão online aqui, no GDrive.

Divulgação do blog Desafiando Limites.

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31 de Março – O vento contrário está muito forte, está difícil avançar…

31 de Março – O vento contrário está muito forte, está difícil avançar…

O vento era contrário. (Mt 14.24.)

Os ventos da primavera muitas vezes trazem tempestade. E não tipificam eles a tempestuosa estação de minha vida? Mas, na verdade, eu devia estar alegre por travar conhecimento com essas estações. É melhor que as chuvas caiam e venham as águas, do que eu permaneça em terras amenas onde nunca parece escurecer, nem sopram ventos fortes.

A tempestade da tentação afigura-se cruel, mas, não é verdade que ela dá mais intensidade e ardor à oração? Não me impele a me firmar nas promessas com mais força? Não torna o meu caráter mais refinado?

A tempestade do luto é dolorosa; mas, não é uma forma de o Pai me atrair a Si mesmo, para que, no mistério da Sua presença, a Sua voz mansa e delicada possa falar ao meu coração? Há um aspecto da glória do Mestre que só pode ser visto quando o vento é contrário e o barco é agitado pelas ondas.

“Jesus Cristo não é um abrigo contra o temporal, Ele é um refúgio perfeito no temporal. Ele nunca nos prometeu uma viagem fácil, somente uma chegada certa.”

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ALERTA: Sua vida está por um fio! (E você nem desconfia disso)

alerta vermelhoALERTA: Sua vida está por um fio! (E você nem desconfia disso)

Há alguns dias o mundo ficou em choque ao saber da trágica notícia de que um avião da Germanwings despencou nas montanhas alpinas francesas, sem qualquer razão aparente.

Logo surgiram dúvidas sobre a possibilidade de atentado terrorista, de colisão com algum objeto desconhecido ou… nada: pairava um grande incógnita: não havia e não se tinha a mínima ideia do que poderia ter acontecido e veio a ocasionar a queda do jato.

Enquanto o mundo ainda estava estarrecido, as famílias aflitas chorando a certeza da perda de seus entes queridos e as autoridades como baratas tontas tentando descobrir as causas da fatalidade, dar respostas à opinião pública chocada e dimensionar a extensão do desastre, eis que chegam informações inesperadas: após, recuperarem a caixa-preta, o co-piloto tornou-se o principal suspeito de ser o causador da tragédia.

Ele escondeu, de forma deliberada, que tinha um grave problema de saúde que poderia ser impedimento para voar e, no dia do acidente, omitiu que havia recebido um atestado médico que o liberaria de trabalhar naquele dia.

Segundo investigações, ele poderia estar sofrendo da síndrome do fósforo queimado ou burnout, que é uma doença causada por stress no trabalho, também conhecida como ‘síndrome do esgotamento profissional’, uma tipo de distúrbio psíquico ligado ao trabalho, podendo que causa tensão emocional e estresse crônicos, podendo ser equiparada a um acidente de trabalho.

Aqui uma imagem de um paciente que sofre desse grave problema:

sindrome fosforo queimadoTriste, né? Desculpe a piada mórbida…

E o pior de tudo é que tudo indica que ele estava planejando executar essa tragédia, que ceifou a vida de dezenas de pessoas, deixou famílias e cidades inteiras de luto e marcou indelével e negativamente a vida de pessoas de várias nacionalidades. Que me desculpem os que acham que ele estava doente e não sabia o que estava fazendo: ele não era um suicida, era um psicopata doentio que assassinou 150 pessoas.

E, com base nisso tudo, eu percebi que a minha vida, a sua, a nossa vida, está por um fio, e nem desconfiamos disso! Veja se não é isso mesmo:

- pegamos um avião, confiamos nos pilotos e já planejamos como será nossa estadia, como provavelmente aquelas vítimas do voo 925 da Germanwings haviam feito;

- pegamos um ônibus ou táxi, e sequer imaginamos que o nosso motorista pode ser alguém disposto a fazer uma loucura;

- às vezes, o louco é o outro motorista que faz uma manobra perigosa e causa um acidente fatal para os outros envolvidos;

- até mesmo em um restaurante, confiamos no cozinheiro, que pode fazer um prato contaminado, de forma intencional ou não, e prejudicar a saúde ou tirar a vida de seus clientes;

Enfim, a lista é extensa, e pensando nisso, veja se não estou certo: nossa vida está nas mãos dos outros, e nós, na maioria das vezes, nem percebemos isso…

Desse modo, já que eu não tenho controle de minha vida, e que ela sempre vai estar nas mãos de alguém, de outra pessoa, eu decidi colocá-la nas mãos de uma Pessoa de extrema confiança. Eu coloquei minha vida nas mãos de Jesus, porque nEle eu posso confiar.

E você, tem colocado sua vida nas mãos de quem? Merece total confiança, a ponto de você descansar e colocar a cabeça no travesseiro e dormir em paz? Que este alerta possa servir para repensar sua vida, ok?

Pense nisso. Mas pense com seriedade. E não coloque sua vida nas mãos de qualquer um.

 

30 de Março – Fugindo das trevas para a luz

30 de Março – Fugindo das trevas para a luz

Eia todos vós que acendeis fogo e vos cingis com faíscas: andai entre as labaredas do vosso fogo e entre as faíscas que acendestes: isto vos vem da minha mão, e em tormentos jazereis. (Is 50.11.)

    Que aviso importante para aqueles que estão atravessando momentos de trevas e procuram sair para a luz por si mesmos. São comparados no verso com alguém que acende um fogo e anda no meio de suas próprias faíscas. O que significa isto?

    Significa que quando estamos em trevas, a tentação é descobrir uma saída sem confiar no Senhor e sem buscar apoio nEle. Em vez de deixarmos que Ele nos guie para fora das trevas, procuramos sair por nós mesmos.

    Procuramos a luz do mundo e buscamos o conselho de amigos. Procuramos as conclusões da nossa própria razão, e talvez até sejamos tentados a aceitar um caminho de livramento que não seria absolutamente o do Senhor.

    Todos estes caminhos são fogos acesos por nós; luzinhas frouxas, que certamente nos levarão a encalhar em algum banco de areia. E Deus nos deixará andar na luz dessas fagulhas, mas o fim serão dores.

    Irmãos, não procuremos sair de uma situação difícil, a não ser no tempo de Deus e da maneira de Deus. O tempo de aflição tem o propósito de ensinar-nos lições de que precisamos grandemente.

    Os livramentos prematuros podem frustrar a obra da graça em nossa vida. Simplesmente entreguemos a Ele toda a situação. Estejamos com o coração disposto a suportar qualquer prova, desde que tenhamos conosco a presença dEle. Lembremo-nos de que é melhor andar no escuro com Deus do que no claro sozinho. — The Still Small Voice

    Deixemos de interferir nos desígnios e na vontade de Deus. Se pusermos a mão em algum de seus planos, estragaremos a obra. Podemos mover os ponteiros do relógio segundo a nossa conveniência, mas isso não mudará o tempo; podemos querer apressar o desenrolar da vontade de Deus, mas estaremos atrapalhando, e, não, ajudando a obra. Podemos abrir um botão de rosa, mas isso trará danos à flor. Deixemos tudo com Ele. Tiremos nossas mãos. Faça-se a Tua vontade, Senhor, não a minha. — Stephen Merritt

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29 de Março – Aprendendo a deixar tudo aos cuidados de Deus

29 de Março – Aprendendo a deixar tudo aos cuidados de Deus

Considerai como crescem os lírios do campo. (Mt 6.28.)

“Preciso de óleo”, disse um monge; então plantou uma mudinha de oliveira. “Senhor”, orou ele, “ela precisa de chuva, para que suas raízes tenras possam beber e crescer. Manda chuvas brandas.” E o Senhor mandou-lhe chuvas brandas.

“Senhor”, orou o monge, “minha planta precisa de sol. Peço-Te, manda sol.” E o sol brilhou, dourando as nuvenzinhas chuvosas. “Agora neve, meu Senhor, para robustecer seus tecidos”, pediu o monge. E lá ficou a plantinha coberta de neve brilhante. Mas à noite morreu.

Então o monge foi ao quarto de outro irmão e contou-lhe a estranha experiência. “Eu também plantei uma arvorezinha”, disse o outro, “e veja como está viçosa! Mas eu confio a minha planta ao Deus que a criou. Ele que a fez sabe do que ela precisa, melhor do que um homem como eu. Não impus condições. Não estabeleci meios ou maneiras. Orei: ‘Senhor, manda-lhe o que ela necessita. Sol ou chuva, vento ou neve. Tu a fizeste, e Tu sabes.”

 

Faça como os lírios,

Deixe com o Senhor!

Eles crescem… crescem…

Quer no sol… na chuva…

Crescem e são cuidados!

Deixe com o Senhor!

 

Muito mais que aos lírios

Deus lhe tem amor!

Ele É quem trabalha

Pra quem nEle espera.

Sem temor, descanse…

Deixe com o Senhor!

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28 de Março – Andar pela fé eu vou…

28 de Março – Andar pela fé eu vou…

    Porque há de acontecer que, assim que as plantas dos pés dos sacerdotes que levam a arca do Senhor, o Senhor de toda a terra, pousem nas águas do Jordão, serão elas cortadas, a saber, as que vêm de cima, e se amontoarão. (Js 3.13.)

Valorosos levitas! Quem pode deixar de admirá-los por carregarem a arca em direção ao rio, molhando já os pés nas suas águas? Pois as águas não foram divididas enquanto eles não tocaram nelas os pés (verso 15). Deus não o tinha prometido de outra forma. Deus honra a fé. A fé que vê a promessa e olha só para ela.

Podemos imaginar como o povo não estaria olhando estes santos homens avançarem com a arca, e até como alguns dos espectadores não estariam dizendo: ‘Eu é que não me arriscaria a tanto! Imaginem, aquela arca vai ser levada pela correnteza!’ Mas não! “Os sacerdo tes… pararam firmes no meio do Jordão, e todo o Israel passou a pé enxuto.”

A arca tinha varais para ser levada nos ombros. Ela não se movia por si mesma, precisava ser transportada. Quando Deus é o arquiteto, os homens são os pedreiros e operários. A fé é um ajudante de Deus. Ela pode fechar a boca de leões e apagar a força do fogo. Ela honra a Deus, e Deus a honra.

Como precisamos desta fé que prossegue em frente, deixando o cumprimento das promessas com Deus, para quando Ele achar que é o momento próprio! Companheiros levitas, coloquemos os ombros embaixo da preciosa carga, e não pensemos que estamos carregando a urna mortuária de Deus. É a arca do Deus vivo! Cantemos, enquanto marchamos em direção às águas! — Thomas Champness

Uma das principais características da presença do Espírito Santo na Igreja Apostólica era o espírito de ousadia. Uma das qualidades mais excelentes da fé que se lança à frente de grandes empresas para Deus e espera dele grandes bênçãos é a santa ousadia. No nosso relacionamento com Deus, quando se trata de recebermos dEle aquilo que é humanamente impossível, é mais fácil receber muito do que pouco; é mais fácil ficar num lugar de ousada confiança do que num de cautelosa timidez.

Para viver uma vida de fé, lancemo-nos ao mar alto, como os sábios marinheiros, e descubramos que, para o Senhor, todas as coisas são possíveis, e que tudo é possível ao que crê.

Façamos hoje grandes coisas para Deus; para isso, tomemos a fé e a força que procedem dEle, e creiamos que assim poderemos realizá-las. — Days of Heaven upon Earth

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27 de Março – Sofrimentos Incomparáveis à Vida Eterna

27 de Março – Sofrimentos Incomparáveis à Vida Eterna

Porque para mim tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente não são para comparar com a glória por vir a ser revelada em nós. (Rm 8.18.)

Um notável incidente ocorreu certa vez numa cerimônia de casamento na Inglaterra. Um rapaz muito rico e de elevada posição social, que havia perdido a vista num acidente aos dez anos de idade, e que a despeito da cegueira havia concluído o curso superior, estava noivo de uma jovem muito linda. Algum tempo antes do casamento ele havia se submetido a uma série de tratamentos em mãos de especialistas, e o clímax veio no dia da cerimônia.

Havia chegado a hora, e ali estavam os convidados. Entre estes, ministros de estado, generais e bispos, e outras pessoas importantes.

O noivo, muito bem vestido, com os olhos ainda vendados, entrou na igreja com o pai, e juntos se dirigiram à sala paroquial, onde se encontraram com o médico do rapaz.

Chegou a noiva. Foi entrando na igreja pelo braço do pai. Grande era a sua emoção. Será que finalmente aquele que ela amava iria poder ver o seu rosto, que tantos admiravam mas que ele só conhecia pelo tato?

Ao aproximar-se do altar, enquanto ressoavam ainda os últimos acordes da marcha nupcial, seus olhos pousaram num estranho grupo.

Ali estava o rapaz com o pai, e, junto do moço, o médico, que acabava de tirar de seus olhos a última atadura. O noivo deu um passo à frente, com aquela dramática incerteza de alguém que não consegue acreditar que está acordado. Caía-lhe sobre o rosto um raio de luz rósea vindo de um vitral, mas isso não chamou a sua atenção.

Estaria ele vendo alguma coisa? Sim! Recobrando num instante sua firmeza de expressão, e com uma dignidade e gozo jamais vistos em seu rosto, adiantou-se ao encontro da noiva. Olharam-se ambos nos olhos, e dir-se-ia que os olhos dele jamais deixariam o rosto da moça.

“Até que enfim!” murmurou ela. “Até que enfim!” ecoou ele solenemente, inclinando-se. Foi uma cena de grande impacto, e sem dúvida de imensa alegria. E, no entanto, é apenas uma mera sugestão do acontecerá no céu quando o crente que tem andado por este mundo de provas e dores vir o Senhor face a face. — Selecionado

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