7 de Julho – Como uma flecha polida na mão do valente

7 de Julho – Como uma flecha polida na mão do valente

    Fez-me como uma flecha polida. (Is 49.2.)

Em Pescadero, na costa da Califórnia, há uma famosa praia de seixos. A linha de espuma branca, com seu rugido constante, vem e dá sobre as pedrinhas, chocalhando e ressoando!

Elas são arrastadas impiedosamente pelas ondas e jogadas para um lado e outro, roladas, atiradas umas contra as outras, e de encontro aos recifes ásperos. E esse atrito dura dia e noite, sem cessar — nunca há uma pausa. E o resultado?

Turistas de todo o mundo afluem para lá, a fim de catar estas pedras lindas e arredondadas. E elas são postas como enfeite sobre escrivaninhas e em beirais de lareiras, em salas de visitas. Mas vá um pouco mais adiante.

Contorne aquele recife que é um anteparo contra a força do mar. Ali, naquela enseada quieta, abrigada das tempestades e sempre banhada pelo sol, você encontrará abundância de seixos que nunca foram procurados pelos visitantes.

Por que são deixados ali sem que ninguém os procure? Pela simples razão de que escaparam à fúria e ao atrito das ondas, e a quietude e a calma os deixaram como eram: ásperos, angulosos e despidos de beleza.

O polimento vem pela tribulação.

Visto que Deus sabe qual a brecha que vamos ocupar, confiemos nEle para nos preparar para ela. Já que Ele sabe que trabalho iremos fazer, confiemos nEle para nos adestrar convenientemente.

Quase todas as jóias de Deus são cristais de lágrimas.

Este post faz parte de uma série de postagens devocionais que pretendo por em prática este ano, para abençoar meus leitores. Texto retirado de Mananciais no Deserto, de Lettie Cowman, Editora Betânia. Infelizmente, esgotado. Mas você pode ler uma versão online aqui, no GDrive.

Divulgação do blog Desafiando Limites.

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6 de Julho – Olhos cheios de firmeza e fé

6 de Julho – Olhos cheios de firmeza e fé

    Não sabemos nós o que fazer; porém os nossos olhos estão postos em ti. (2 Cr 20.12.)

Perdeu-se uma vida em Israel porque mãos humanas tocaram a arca de Deus sem permissão. Elas a tocaram com a melhor intenção: para a suster, pois balançara, quando os animais puxavam o carro pelo caminho áspero; mas tocaram a obra de Deus presunçosamente, e caíram paralisadas e sem vida.

Muito do nosso êxito na vida de fé está em tirarmos as mãos das coisas.

Se entregamos um assunto inteiramente a Deus, devemos conservar as nossas mãos fora dele. Deus o guardará para nós muito melhor sozinho do que se nós tentássemos ajudá-lO.

“Descansa no Senhor e espera nele, não te irrites por causa do homem que prospera em seu caminho, por causa do que leva a cabo os seus maus desígnios.”

Pode parecer que as coisas vão indo mau, mas Ele sabe disso tão bem quanto nós. No momento certo, Ele Se levantará, se realmente estivermos confiados nEle, e deixarmos que Ele opere no Seu tempo e da Sua maneira.

Em certas ocasiões não há nada mais apropriado que a inatividade, e nada mais prejudicial que um trabalho incessante, pois Deus já tomou sobre Si a responsabilidade de operar ali a Sua soberana vontade. — A. B. Simpson

É um descanso colocar os emaranhados da vida nas mãos de Deus e deixá-los ali.

Este post faz parte de uma série de postagens devocionais que pretendo por em prática este ano, para abençoar meus leitores. Texto retirado de Mananciais no Deserto, de Lettie Cowman, Editora Betânia. Infelizmente, esgotado. Mas você pode ler uma versão online aqui, no GDrive.

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5 de Julho – Quando o deserto nos atrai

5 de Julho – Quando o deserto nos atrai

    Eu a atrairei e a levarei para o deserto… e lhe darei, dali, as suas vinhas. (Os 2.14,15.)

Que lugar estranho para se acharem vinhas — o deserto! E será que as riquezas de que uma alma precisa podem ser encontradas no deserto, que é um lugar de solidão, e onde, se perdidos, dificilmente achamos a saída? Parece que sim! E não é só isto, mas o “vale de Acor” (que significa amargura) é chamado, no texto, de “Porta de Esperança”. E ali ela cantará como nos dias da sua mocidade!

Sim, Deus conhece a nossa necessidade desta experiência no deserto. Ele sabe como e quando trazer para fora aquilo que está dentro de nós. A alma era idólatra, rebelde; esqueceu-se de Deus e disse, voluntariosamente: “Irei atrás de meus amantes.”

Contudo, ela não os alcançou. E quando já estava desesperada e sozinha, Deus disse: “Eu a atrairei, e a levarei para o deserto, e lhe falarei ao coração.” Que Deus cheio de amor é o nosso! — Crumbs

Nós nunca sabemos onde Deus esconde as Suas águas. Vemos uma rocha, e não podemos imaginar que ela abrigue uma fonte. Vemos um lugar pedregoso, e não sabemos que esconde um manancial. Deus me guia a lugares difíceis, e depois eu descubro que entrei na habitação das fontes eternas.

Veja aqui um outro texto nosso sobre deserto: Entrei no deserto, e agora?

Este post faz parte de uma série de postagens devocionais que pretendo por em prática este ano, para abençoar meus leitores. Texto retirado de Mananciais no Deserto, de Lettie Cowman, Editora Betânia. Infelizmente, esgotado. Mas você pode ler uma versão online aqui, no GDrive.

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4 de Julho – As bênçãos vão chegar

4 de Julho – As bênçãos vão chegar

A visão ainda está para cumprir-se no tempo determinado… se tardar, espera-o, porque certamente virá, não tardará. (Hc 2.3.)

Num livrinho muito interessante, um personagem é levado à casa do tesouro de Deus. Ali, entre as muitas maravilhas que lhe foram reveladas, estava o Departamento das Bênçãos em Reserva, onde Deus guardava certas coisas, que lhe haviam sido pedidas em oração e que aguardavam seu tempo próprio.

Algumas pessoas levam algum tempo para aprender que demora não significa negação. Há muitos segredos de amor e sabedoria encerrados no Departamento das Bênçãos em Reserva!

Os homens prefeririam colher os frutos da misericórdia quando ainda estão verdes, ao passo que Deus quer que esperem até que amadureçam. “Por isso o Senhor ESPERA, para ter misericórdia de vós” (Is 30.18).

Ele está vigiando nossos momentos difíceis, e não permitirá uma só provação a mais do que a que podemos suportar; primeiro Ele deixará que se queimem as escórias, depois virá gloriosamente em nosso auxílio.

Não O entristeça, duvidando do Seu amor. Não, erga a cabeça e comece a louvá-lO agora mesmo, pelo livramento que está a caminho. Você será largamente recompensado pela demora que testou sua fé.

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3 de Julho – A semente do agricultor

3 de Julho – A semente do agricultor

    Porventura lavra todo dia o lavrador, para semear? (Is 28.24.)

Certo dia, no começo do verão, eu ia passando por uma linda campina. A relva aveludada parecia um imenso tapete oriental. Em um canto, erguia-se uma bela árvore, já velha, abrigo de inúmeros pássaros que enchiam de gorgeios o ar leve e revigorante. A sombra da ramagem, duas vacas repousavam, imagem de sossego e contentamento.

Ao longo da estrada misturavam-se o roxo e o dourado das violetas silvestres e dentes-de-leão.

Parei, e fiquei ali por longo tempo, encostado à cerca, deixando que meus olhos famintos se banqueteassem. Pensei comigo mesmo que Deus jamais havia feito um lugar tão aprazível.

No dia seguinte passei por lá outra vez. Ah! a mão demolidora já havia estado ali. Lá estava um arado, cravado ainda no sulco. Em um dia um homem fizera no local uma terrível devastação.

Em vez da relva verde, estava à mostra a terra escura, feia e nua; em vez de pássaros cantando, algumas galinhas ciscavam. E nem violetas, nem dentes-de-leão. E com pesar, pensei:

“Como poderia alguém estragar uma coisa tão linda?!”

Então meus olhos foram abertos como por mão invisível e tive uma visão: vi um milharal, com as espigas maduras, prontas para a colheita. Via os longos pés de milho, todos carregados, iluminados pelo sol do outono.

Quase me parecia ouvir a música do vento ao passar, agitando os cabelos das espigas. E de repente, a terra escura revestiu-se, para mim, de um esplendor que não possuía na véspera.

Possamos nós sempre ter a visão da abundante colheita que se segue, quando o Grande Agricultor vem — como faz tantas vezes — e sulca as nossas almas, deixando diante de nosso olhar torturado só o vazio sem beleza. — Selecionado

Por que me retrair ante o arado do meu Senhor, que faz sulcos profundos em minha alma? Eu sei que Ele não é um agricultor inconseqüente. Ele tem em vista uma boa colheita. — Samuel Rutherford

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Como ser um blogueiro cristão de sucesso?

Como ser um blogueiro cristão de sucesso?

Para ser rápido e direto: sim, é possível. Mas, antes de continuar, o que seria sucesso para você? Ter um blog com muitas visitas diárias? Ganhar dinheiro com seu blog? Ganhar fama e reputação como blogueiro diante da sociedade? Ser parado e reconhecido na rua?

Bem, isso tudo pode ser sucesso para muita gente. Mas, se o sucesso se restringir somente a isso, deixe-me ser claro com você: não vale a pena. Porque, dentre esses vários fatores, faltou algo muito importante que faz uma pessoa seguir em frente mesmo em meio às maiores adversidades. Satisfação. Sim, meu amigo, se não houver satisfação, não haverá continuidade do trabalho desenvolvido.

E lhe digo ainda mais. Sem satisfação, faltará outro ingrediente essencial para que você se torne e continue sendo um blogueiro cristão de sucesso. O nome disso é: Motivação. E a motivação advém, claro, da satisfação obtida com o reconhecimento de seu trabalho.

Deste modo, quero lhe dar algumas dicas bem simples e objetivas para que sua motivação possa ser bem aproveitada e lhe traga bastante satisfação, ok?

Antes, alguns textos que já escrevi sobre o que, como e as melhores práticas que pode ser seguidas por um blogueiro cristão. São eles:

Agora, mais dicas para que seu blog cristão alcance sucesso para a glória de Deus.

1. Permaneça acessível aos seus leitores. Sempre que você receber comentários, na medida do possível, responda agradecendo e deixando sua impressão sobre o comentário, no que ele contribuiu para o post que você publicou no blog. Principalmente se o comentário for parecido com este daqui:

Outra coisa: tente ser educado. Nem sempre você vai conseguir… Mas, quando errar, confesse seu pecado e peça perdão. Não é feio nem dói. Quer dizer, dói, mas só um pouco. Mas vale muito a pena.

2. Tenha metas e objetivos para seu blog. Sem alvos e metas definidas, dificilmente você conseguirá seguir adiante por muito tempo. Objetivos e metas são úteis porque você descobre onde está e onde quer chegar e, claro, o que deve e pode ser feito para atingir seu alvo. Mas, não estabeleça metas e objetivos inatingíveis nem se iluda que vai conseguir isso com rapidez e facilidade.

Aqui um texto meu sobre o tema:

9 razões para persistir quando as coisas insistem em dar errado

3. Tenha cuidado com a escrita e ortografia. Não sei você, mas eu perco todo o estímulo quando leio um texto mal-escrito, feito às pressas e de qualquer maneira. Às vezes, esse é um dos motivos pelos quais demoro a escrever: se for pra escrever algo ruim, eu prefiro não escrever. Esmere-se, afinal seus leitores merecem o que de melhor você tem a oferecer, não é verdade?

4. Organize-se para poder produzir algo relevante. Eu mesmo passei – e ainda passo – por isso, de perder um pouco o fio da meada e acabar me envolvendo com tantas coisas e deixando outras, importantes, de lado. Por isso, recebi um puxão de orelhas de uma leitora, bem merecido, por sinal. Você pode ler mais sobre isso aqui: Como sair do comodismo?

E, pra finalizar, reiterando a questão da satisfação como ingrediente para dar continuidade aos seus esforços, observe esses 2 momentos, como menos de 9 meses entre eles:

Setembro2014

E agora, quentinho da forma:

Julho2015

Enfim, invista em seu blog cristão, trabalhe com carinho e, quem sabe, um dia, você poderá ter a grande satisfação de ver seu blog sendo transformado em livro, como foi o meu:

Meu livro à venda na Play Store

Deus te abençoe!

Se gostou, comente e/ou avalie! Obrigado!

Publicado em www.ubeblogs.net

 

2 de Julho – Andando sobre a ponte da fé

2 de Julho – Andando sobre a ponte da fé

    Andando por elas, não se embaraçarão os teus passos, (Pv 4.12.)

O Senhor coloca a ponte da fé bem debaixo dos pés do caminhante. Se Ele a colocasse um metro adiante, não seria uma ponte de fé. O que está à nossa vista não é alcançado pela fé.

Existem, em algumas estradas do interior dos Estados Unidos, porteiras que se abrem por si. Ali está a porteira, firme e fechada diante do viandante que se aproxima.

Se ele parar a certa distância, ela não se abrirá; mas se chegar com o carro até junto dela, as rodas do veículo pressionarão as molas que se acham sob a terra, e a porteira se abrirá totalmente para lhe dar passagem. Ele só precisa aproximar-se bem da porteira, e ela se abrirá; do contrário continuará fechada.

Isto ilustra a maneira de transpormos as barreiras que se nos deparam no caminho do serviço. Quer seja um rio, uma porteira ou uma montanha, tudo o que o filho de Deus tem a fazer é avançar em sua direção. Se for um rio, secará, quando pusermos o pé nas suas águas.

Se for uma porteira, ela se abrirá, quando chegarmos à distância própria e continuarmos em frente. Se for montanha, ela se transportará e se lançará ao mar, quando sem hesitação pisarmos no lugar onde pensávamos que ela se erguia.

Será que, neste momento, existe alguma barreira na sua estrada de serviço? Simplesmente caminhe em direção a ela em nome do Senhor, e ela não estará mais ali. — H. C. Trumbull

Ficar lamentando a situação é perda de tempo. O Senhor nos diz para avançarmos.

Avancemos, então, ousadamente — mesmo que seja pela noite, quando mal vemos o caminho. Ele se abrirá, enquanto avançamos, como uma trilha da floresta ou um desfiladeiro dos Alpes, de que não vemos mais que alguns metros à nossa frente.

Prossigamos! Se se fizer necessário, encontraremos a coluna de nuvem e de fogo para nos indicar o caminho através do deserto. Há guias e estalagens ao longo da estrada. Encontraremos roupa, alimento e amigos em cada fase da viagem.

E como disse alguém de maneira tão original e própria: “Não me importo se as coisas não vão muito bem, pois estou indo para o lar celestial. O que pode acontecer é eu chegar lá cansado, mas a alegria da acolhida valerá por tudo.”

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