19 de Dezembro – Nossa vida é nosso testemunho

19 de Dezembro – Nossa vida é nosso testemunho

Isso vos acontecerá para que deis testemunho. (Lc 21.13.)

A vida é uma subida íngreme, e quando alguém que já está mais no alto nos conforta lá de cima e nos anima a prosseguir na escalada isto faz bem ao nosso coração. Todos somos como um grupo de alpinistas, e precisamos ajudar-nos uns aos outros. Esta escalada em que estamos é um trabalho sério, mas glorioso. A chegada ao cimo requer força e passo decidido. À medida que subimos, a visão se amplia. Se algum de nós descobre alguma coisa que vale a pena, deve dizê-lo aos que estão mais em baixo.

Amigo! É dura a escalada…

Venha vindo!…

Eu quase não vejo nada, Há brumas, isto me assusta…

Amigo, venha subindo. Mais acima um pouco há luz!

Vou indo…

Amigo, a força me falta, o sol me queima!

Tome alento:

Mais um pouco, há um arvoredo.

Venha vindo…

Já passei esse momento!

Amigo, que bom ouvi-lo! Vou indo…

Amigo, sinto-me só!

Venha vindo…

Há outros um pouco acima.

Também passamos por isso, amigo!

Venha subindo…

Isso me anima! Vou indo…

E a sede? …

Há uma fonte fresca A direita, logo mais!

E a noite?!…

Há uma gruta nas pedreiras! Segura!

Você, que está mais acima,

Às vezes fale comigo!

Sim! Venha… Vamos subindo, amigo!

Vou indo…

Oh a Luz que encontrei em Cristo!

A Sombra que achei em Cristo,

O Amigo que achei em Cristo,

A Fonte que achei em Cristo,

O Abrigo que em Cristo achei!

Amigo, venha também!

 

Vão indo de força em força; cada um deles aparece diante de Deus em Sião. (Sl 84.7.)

O SENHOR é a minha força. (Sl 118.14.)

Este post faz parte de uma série de postagens devocionais que pretendo por em prática este ano, para abençoar meus leitores. Texto retirado de Mananciais no Deserto, de Lettie Cowman, Editora Betânia. Infelizmente, esgotado. Mas você pode ler uma versão online aqui, no GDrive.

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18 de Dezembro – Entendendo o que significa ser mais que vencedores

18 de Dezembro – Entendendo o que significa ser mais que vencedores

Em todas as coisas somos mais do que vencedores por aquele que nos amou. (Rm 8.37.)

O evangelho é preparado de tal forma e o dom de Deus é tão grande, que podemos encarar os inimigos que nos vêm ao encontro e as forças que nos são contrárias, e fazer deles degraus para as portas do céu e a presença de Deus.

A águia que se assenta no rochedo e vê a tempestade se aproximar, contempla sossegada o céu que se enegrece e os coriscos ziguezagueando no espaço. Ela fica quieta até sentir o sopro da brisa e perceber que o furacão a alcançou. Então, com um grito, estende as asas para a tormenta e usa a própria tempestade para subir aos céus; e vai-se embora transportada por ela.

É o que Deus quer de cada um de Seus filhos, que sejam mais do que vencedores, tornando a nuvem tempestuosa, num carro. Quando um exército é mais que vencedor, ele arranca o outro do campo de batalha, tira-lhe toda a munição, alimento e suprimento, e toma posse de tudo. Pois é isto exatamente o que o nosso texto quer dizer. Há despojos a serem tomados!

Amado leitor, você já obteve os despojos? Quando passou por aquele terrível vale de sofrimento, saiu dele com despojos? Quando aquela ofensa o atingiu e você pensou que tudo estava acabado, confiou em Deus de tal forma que saiu mais rico do que entrou?

Ser mais do que vencedor é tomar do inimigo os despojos e apropriar-se deles. A arma que ele havia preparado para sua derrota, tome-a para si, e use-a para o seu próprio bem.

Quando o servo de Deus, Dr. Moon, da Inglaterra, foi atingido pela cegueira, disse ele: “Senhor, eu aceito das Tuas mãos este talento da cegueira. Ajuda-me a usá-lo para a Tua glória, para que na Tua vinda possas receber com juros, o que é Teu.” Então Deus o capacitou a inventar o Alfabeto Moon, para cegos, por meio do qual milhares de cegos puderam ler a Palavra de Deus e muitos foram gloriosamente salvos. — Selecionado

Deus não tirou o espinho de Paulo; fez coisa melhor: passou a dirigir aquele espinho e o fez servo de Paulo. Muitas vezes o ministério de espinhos tem sido muito mais útil aos homens do que o ministério de tronos. Selecionado

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17 de Dezembro – Santificação é para todos nós, e deve ser nosso alvo

17 de Dezembro – Santificação é para todos nós, e deve ser nosso alvo

E o próprio Deus de paz vos santifique completamente; e o vosso espírito, e alma e corpo sejam plenamente conservados irrepreensíveis, para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo. Fiel É o que vos chama, e ele também o fará. (1 Ts 5.23, 24.)

Desde que eu vi que sem a santificação ninguém verá o Senhor, comecei a segui-la, concitando a fazê-lo também, todos com quem me relacionava. Dez anos depois Deus me deu uma visão mais clara, de como obtê-la: pela fé no Filho de Deus. E imediatamente declarei a todos: “Nós somos salvos do pecado e somos feitos santos, pela fé.”

Disto testifiquei em particular, em público e por escrito, e Deus o confirmou por milhares de testemunhos. Venho continuando a declará-lo por mais de trinta anos, e Deus continua a confirmar a minha obra. —João Wesley em 1771

Eu conhecia a Jesus, e Ele era muito precioso à minha alma; mas havia algo em mim que não se conservava suave, paciente e benigno. Eu fazia o que podia para sufocá-lo, mas lá estava. Busquei a Jesus para fazer alguma coisa por mim, e quando lhe entreguei minha vontade, Ele tirou do meu coração tudo o que não queria ser suave, tudo o que não queria ser paciente, e depois fechou a porta. — George Fox

Neste momento o meu coração não tem um grão sequer de sede de aprovação. Sinto-me a sós com Deus; Ele enche o vazio; não tenho um só desejo, vontade ou aspiração, senão nEle; Ele me pôs livre num lugar espaçoso. Tenho ficado maravilhada e surpresa de que Deus pudesse dominar completamente tudo o que há em mim, pelo amor. — Lady Huntington

“De repente senti como se uma mão — não fraca, mas onipotente, não de ira, mas de amor — estivesse sobre a minha fronte. Senti isto, não exteriormente, mas interiormente. Ela parecia pesar sobre todo o meu ser e difundir através de mim uma energia santa, que consumia o pecado.

Enquanto descia pelo meu ser, meu coração e mente tiveram consciência desta energia purificadora da alma. Sob sua influência, prostrei-me até o chão e, na alegre surpresa do momento, dei exclamações em voz alta. Ainda a mão de poder continuava a operar, externa e internamente; e por onde se movia parecia deixar a gloriosa influência da imagem do Salvador.

Por alguns minutos, o profundo oceano do amor de Deus tragou-me; todas as suas ondas e vagas passaram sobre mim. — Bispo Hamline

A santidade — como então escrevi em algumas das minhas meditações sobre o assunto — afigurou-se-me como algo suave, calmo, agradável, encantador, de natureza serena, que trazia uma inexprimível pureza, claridade, paz, e arrebatamento à alma. Em outras palavras, algo que tornava a alma como um campo ou jardim de Deus, com todo tipo de preciosas flores e frutos, tudo muito agradável e tranqüilo, gozando de uma doce calma e da suave vivificação dos raios do sol. — Jonathan Edwards

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16 de Dezembro – Como está sua frequência ao templo?

16 de Dezembro – Como está sua frequência ao templo?

Havia também uma profetiza, Ana… Não se afastava do templo, servindo a Deus noite e dia em jejuns e orações. (Lc 2.36,37.)

Não há dúvida de que nós aprendemos a orar, orando. E quanto mais oramos, mais freqüentemente podemos orar, e melhor. Quem ora ocasionalmente, nunca chegará à oração fervorosa que pode muito em seus efeitos.

Há um grande poder ao nosso alcance na oração, mas precisamos dedicar-nos a obtê-lo. Não imaginemos que Abraão poderia ter intercedido tão eficazmente por Sodoma, se não tivesse estado toda a sua vida na prática da comunhão com Deus.

A noite de Jacó em Peniel não foi a primeira ocasião em que ele se encontrou com Deus. Podemos até mesmo olhar para a maravilhosa oração do Senhor com Seus discípulos antes da Paixão, como sendo a flor e fruto de Suas muitas noites de devoção e de Suas muitas madrugadas em oração.

Se alguém imagina que pode tornar-se poderoso em oração a seu bel-prazer, engana-se muito. A oração de Elias, que cerrou os céus e depois abriu as suas comportas, fez parte de uma longa série de poderosas conquistas na oração. Como os crentes deviam se lembrar disto! Para prevalecermos na oração é necessário perseverarmos na oração.

Aqueles grandes intercessores, que não são mencionados tantas vezes como deveriam ser em sua posição de mártires confessores, foram, não obstante, os maiores benfeitores da igreja; mas foi por permanecerem diante do trono da misericórdia que chegaram a ser tais canais de misericórdia para a humanidade. Para orar, precisamos orar; e precisamos continuar a orar, para que as nossas orações possam continuar. — C. H. Spurgeon

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O que podemos tirar de proveitoso do sofrimento que nos aflige?

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O que podemos tirar de proveitoso do sofrimento que nos aflige?

Foi bom para mim ter sido castigado, para que aprendesse os teus decretos.  Salmos 119:71 (versão NVI)

 Às vezes, quando as coisas parecem estar muito acomodadas, acontece alguma coisa e nos sacode completamente. E isso aconteceu comigo recentemente. Há cerca de três meses atrás, fui acometido de uma crise violenta no nervo ciático que me deixou prostrado. Se você não sabe o que é isso, dê graças a Deus, porque você não está perdendo nada.

Consulta vai, exame vem, diagnóstico sai, o médico-cirurgião jogou a bomba no meu colo: seu caso é de cirurgia. Era um “problema de junta” (tudo e joga fora). Fiquei sem chão, saí do consultório com a cabeça rodando, afinal saber que queriam colocar parafusos na sua coluna não deveria ser nada agradável, certo? Mas, depois de viver essa situação, o que aprendi com tudo isso?

1. Precisamos entender que existem boas coisas a serem aprendidas com o sofrimento. Infelizmente, nem todos sabem ou se dão conta disso, mas podemos crescer mesmo em meio ao sofrimento, dificuldades e problemas difíceis. E triste daquele que não sabe ou não quer aprender e amadurecer com os sofrimentos que experimenta.

2. Devemos tentar enxergar o propósito que Deus tem na provação que estamos enfrentando. Eu não sei você, mas uma coisa que me faz perder o rumo de casa é não entender o porquê de algo estar acontecendo comigo. Então, nesses momentos, é preciso confiar no Senhor e saber que a situação que vivemos, por pior que pareça, tem um propósito e que, mais cedo ou mais tarde, vamos descobrir qual é.

3. O sofrimento é o último recurso pedagógico divino. O ser humano é teimoso por natureza e certas coisas ele só aprende na base da paulada. Não sei qual foi o problema comigo pra ter nascido tão teimoso, devo ter passado duas vezes na fila da teimosia, só pode. Quando a cabeça não pensa, o corpo padece, já diz o ditado. Mas, você, mais inteligente do que eu, não precisa penar para aprender, certo?

Concluindo… Quando a crise estava no auge, convivendo com uma dor horrível, 24h por dia, eu desanimei da vida. Mas, a situação também me obrigou a refletir sobre minha vida, a me reavaliar e mudar algumas coisas necessárias. Então, apesar dos pesares e das dores, posso dizer que a crise fez de mim uma pessoa melhor, de espírito mais leve: emagreci 5 quilos. (risos)

15 de Dezembro – A confiança em Deus é o porto seguro do cristão

15 de Dezembro – A confiança em Deus é o porto seguro do cristão

Confia nele. (Sl 37.5.)

A palavra confiança é a expressão do coração, para fé. É a palavra do Velho Testamento; é o vocábulo que define o estágio infantil da fé. A palavra/é expressa mais o ato da vontade, a palavra crer, o ato da mente ou intelecto, mas a palavra confiança é a do coração.

A outra refere-se principalmente a uma verdade em que se crê ou a uma coisa esperada. Confiança, porém, implica em algo mais do que isto, ela vê e sente, e se apóia numa Pessoa que é um grande, verdadeiro e vivo coração de amor.

Então, “confie nEle”, no meio de todas as demoras, apesar de todas as dificuldades, em face de todas as negações, não obstante as aparências, mesmo quando você não consegue entender o caminho e não conhece a saída; ainda assim, “confie nEle, e o mais Ele fará”.

O Caminho se abrirá, aparecerá a saída certa, o fim será de paz, a nuvem se erguerá e a luz de um eterno meio-dia brilhará por fim.

JEOVÁ: EU SOU. Deus eterno,

- Sem princípio nem fim

- Aquele que não muda,

E que Se revela aos Seus.

JESUS: JEOVÁ SALVA.

Deus Salvador;

Que veio aonde estou;

A Resposta completa

Para a minha situação de pecador!

EMANUEL: DEUS CONOSCO.

Deus presente,

Comigo,

Para ser tudo para mim

Nesta vida de cada dia.

Posso confiar nEle.

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14 de Dezembro – Aprendendo a orar do jeito certo

14 de Dezembro – Aprendendo a orar do jeito certo

Disse-lhe um dos seus discípulos: Senhor, ensina-nos a orar,ele lhes disse: Quando orardes, dizei: … venha o teu reino. (Lc 11.1,2.)

Quando pediram ao Mestre: “‘Ensina-nos a orar”, Ele levantou os olhos e percorreu os horizontes de Deus. Apanhou o supremo desejo do Eterno e, enfeixando o resumo do que o Senhor intenta fazer na vida do homem, condensou-o nestes três pontos compactos e ricos, dizendo: “quando orardes, dizei: … venha o teu reino.”

Que contraste entre isto e muito do que nós ouvimos em oração. Quando seguimos o intento do nosso coração, o que dizemos? “0 Senhor, abençoa-me, abençoa a minha família, minha igreja, minha cidade, meu país”, e lá bem no final da nossa oração, vem um pedi do pela extensão do Seu Reino.

Já o Mestre começa onde terminamos. A ordem certa é: o mundo primeiro, minhas necessidades pessoais em segundo. Só depois que a minha oração atingiu cada continente e as ilhas mais remotas, depois que chegou ao último homem, da raça mais obscura, depois de ter percorrido a extensão do desejo e propósito de Deus, só então, segundo o ensino do Mestre, é que peço um bocado de pão para mim.

Se Jesus deu o Seu tudo por nós e para nós na grandeza da Cruz, será demais que Ele peça de nós a mesma coisa? Ninguém significará muito no reino e nenhuma alma tocará sequer as orlas do poder, enquanto não tiver entendido que os negócios de Cristo são a suprema ocupação da vida e que todas as considerações pessoais, por mais importantes e caras que nos sejam, lhes são secundárias.

“E o seu reino não terá fim.” (Lc 1.33.)

Missões não são um “pensamento de última hora” da igreja, mas um “primeiro pensamento” de Cristo. Henry van Dyke

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